Ao todo, seis distribuidoras serão leiloadas. Venda da Companhia Energética do Piauí está mantida para 26 de julho; leilão da Companhia Energética de Alagoas está suspenso por decisão judicial. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou nesta quarta-feira (18) ter adiado de 26 de julho para 30 de agosto o leilão de quatro distribuidoras de energia controladas pela Eletrobras. O adiamento, publicado no "Diário Oficial da União", é referente às distribuidoras: Boa Vista Energia; Amazonas Distribuidora de Energia; Companhia de Eletricidade do Acre; Centrais Elétricas de Rondônia. Ao todo, seis distribuidoras serão leiloadas e, segundo o BNDES, o leilão da Companhia Energética do Piauí está mantido para 26 de julho. A venda da Companhia Energética de Alagoas está suspensa por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Suspensa a liminar que impedia leilão de distribuidoras de energia elétrica da Eletrobras Decisões judiciais Em 12 de julho, o BNDES suspendeu o leilão das distribuidoras após determinação da 19ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Diante disso, a Advocacia Geral da União recorreu da decisão, argumentando que o leilão recebeu aval do Tribunal de Contas da União (TCU). A AGU também argumentou que as distribuidoras registraram, juntas, prejuízo de R$ 4,5 bilhões em 2017. Nesta terça (17), o presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), desembargador André Fontes, suspendeu a decisão que impedia o leilão. Energia: Câmara aprova venda de distribuidoras e isenção para famílias de baixa renda Discussão no Congresso Atualmente tramita no Congresso Nacional uma medida provisória (MP) editada pelo presidente Michel Temer para viabilizar a venda das seis distribuidoras de energia. A MP já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, mas ainda precisa ser analisada pelo Senado, o que só acontecerá no segundo semestre deste ano. Por se tratar de MP, a medida já está em vigor desde a publicação, mas, para se tornar uma lei em definitivo, ainda precisa ser aprovada pelo Senado e sancionada por Temer. Durante a tramitação da MP na Câmara, os deputados incluíram a isenção do pagamento da conta de luz para famílias de baixa renda.
BNDES adia para agosto leilão de quatro distribuidoras de energia da Eletrobras




Preocupação dos europeus é que haja um aumento importação por causa das restrições impostas pelo governo norte-americano. Novas medidas "de salvaguarda" para proteger a indústria siderúrgica europeia do aço estrangeiro entrarão em vigor na quinta-feira (19), anunciou nesta quarta a Comissão Europeia. As medidas vão englobar principalmente as categorias de produtos que terão dificuldade de entrar nos Estados Unidos devido às tarifas impostas pelo presidente norte-americano Donald Trump. Com as restrições dos EUA, a preocupação dos europeus é que haja um aumento de produtos importados na Europa, o que pode afetar a indústria local. "As tarifas americanas [...] podem causar graves prejuízos à indústria siderúrgica e aos trabalhadores da União Europeia (UE)", explicou a comissária europeia de Comércio, Cecilia Malmström, citada em comunicado. "Não temos outra opção que não introduzir medidas de salvaguarda" para proteger a indústria europeia "contra um aumento das importações", acrescentou. EUA impõem desde o começo de junho tarifas de 25% sobre o aço europeu GETTY IMAGES As medidas, que atingirão 23 categorias de produtos de aço, serão aplicadas de forma provisória até uma pesquisa na Comissão lhe permita tomar uma decisão final, "no começo de 2019", segundo o Executivo europeu. Elas terão o formato de contingentes tarifários, ou seja, a partir de uma determinada cota de importação, começarão a ser aplicadas tarifas de 25%. A cota fixada pela Comissão corresponde, para cada produto, com a medida das importações nos últimos três anos. EUA entram na OMC contra Canadá, China, México, Turquia e UE China apresenta nova queixa à OMC por tarifas dos Estados Unidos Essas medidas serão aplicadas a todos os países, exceto para alguns em desenvolvimento com exportações limitadas, além de Noruega, Islândia e Liechtenstein. Os principais exportadores de aço para a UE são China, Índia, Rússia, Coreia do Sul, Turquia e Ucrânia. Os Estados Unidos impõem desde o começo de junho tarifas de 25% sobre o aço europeu, uma decisão da qual a UE recorreu ante a Organização Mundial do Comércio (OMC). Os europeus já estabeleceram medidas de retaliação contra alguns produtos americanos emblemáticos, como calças jeans e manteiga de amendoim. Entenda a escalada da guerra comercial no mundo. Juliane Almeida/G1
União Europeia anuncia medidas para combater efeitos de tarifas dos EUA ao aço

Preocupação dos europeus é que haja um aumento importação por causa das restrições impostas pelo governo norte-americano. Novas medidas "de salvaguarda" para proteger a indústria siderúrgica europeia do aço estrangeiro entrarão em vigor na quinta-feira (19), anunciou nesta quarta a Comissão Europeia. As medidas vão englobar principalmente as categorias de produtos que terão dificuldade de entrar nos Estados Unidos devido às tarifas impostas pelo presidente norte-americano Donald Trump. Com as restrições dos EUA, a preocupação dos europeus é que haja um aumento de produtos importados na Europa, o que pode afetar a indústria local. "As tarifas americanas [...] podem causar graves prejuízos à indústria siderúrgica e aos trabalhadores da União Europeia (UE)", explicou a comissária europeia de Comércio, Cecilia Malmström, citada em comunicado. "Não temos outra opção que não introduzir medidas de salvaguarda" para proteger a indústria europeia "contra um aumento das importações", acrescentou. EUA impõem desde o começo de junho tarifas de 25% sobre o aço europeu GETTY IMAGES As medidas, que atingirão 23 categorias de produtos de aço, serão aplicadas de forma provisória até uma pesquisa na Comissão lhe permita tomar uma decisão final, "no começo de 2019", segundo o Executivo europeu. Elas terão o formato de contingentes tarifários, ou seja, a partir de uma determinada cota de importação, começarão a ser aplicadas tarifas de 25%. A cota fixada pela Comissão corresponde, para cada produto, com a medida das importações nos últimos três anos. EUA entram na OMC contra Canadá, China, México, Turquia e UE China apresenta nova queixa à OMC por tarifas dos Estados Unidos Essas medidas serão aplicadas a todos os países, exceto para alguns em desenvolvimento com exportações limitadas, além de Noruega, Islândia e Liechtenstein. Os principais exportadores de aço para a UE são China, Índia, Rússia, Coreia do Sul, Turquia e Ucrânia. Os Estados Unidos impõem desde o começo de junho tarifas de 25% sobre o aço europeu, uma decisão da qual a UE recorreu ante a Organização Mundial do Comércio (OMC). Os europeus já estabeleceram medidas de retaliação contra alguns produtos americanos emblemáticos, como calças jeans e manteiga de amendoim. Entenda a escalada da guerra comercial no mundo. Juliane Almeida/G1




Inflação no mês de junho foi maior para quem ganha menos Samy Dana comenta estudo do IPEA sobre inflação e responde dúvidas de telespectadores. Selo Samy Dana Ilustração: G1
Vale a pena comprar um apartamento para alugar e pagar parte do financiamento com o aluguel?

Inflação no mês de junho foi maior para quem ganha menos Samy Dana comenta estudo do IPEA sobre inflação e responde dúvidas de telespectadores. Selo Samy Dana Ilustração: G1




Inscrições ficarão abertas até 6 de agosto e podem ser feitas exclusivamente pelo site do Cebraspe. As vagas são para o nível médio e superior. Ministério Público do Piauí Júnior Feitosa/G1 Estão abertas as incrições do concurso público do Ministério Público do Piauí para o provimento de 26 vagas, em cargos de nível superior e médio. O edital do concurso foi publicado no dia 11 de julho. A banca examinadora escolhida foi o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). As inscrições estarão abertas entre 10h do dia 18 de julho até 18h do dia 6 de agosto. Para solicitar a inscrição, o candidato deve acessar o site da Cebraspe. A taxa de inscrição no concurso público é de R$ 110 para nível superior e R$ 90 para nível médio. Para nível superior são disponibilizadas oito vagas, nos cargos de: analista ministerial nas áreas Processual (4), Tecnologia da Informação (2), Engenharia Civil (1), Medicina (1) e Psicologia (1). Os salários vão até R$ 6.241,11. Quadro de vagas do concurso do Ministério Público do Piauí Reprodução MPPI Para nível médio, são 12 vagas para ampla concorrência, 2 reservadas para candidatos com deficiência e 3 para candidatos negros para o cargo de: técnico ministerial, na área administrativa. Os salários são de R$ 4.023,03. O processo seletivo contará com provas objetivas e prova discursiva, ambas de caráter eliminatório e classificatório. As etapas do certame serão realizadas em Teresina. As provas objetivas e a prova discursiva para cargos de nível superior serão aplicadas na data provável de 23 de setembro de 2018, no turno da manhã. As provas objetivas para cargo do nível médio deverão ocorrer no mesmo dia, no turno da tarde. O edital de resultado final nas provas objetivas e de resultado provisório na prova discursiva será publicado no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado do Piauí e divulgado na internet na data provável de 9 de outubro de 2018.
MP do Piauí abre inscrições de concurso com 26 vagas e salário de até R$ 6 mil

Inscrições ficarão abertas até 6 de agosto e podem ser feitas exclusivamente pelo site do Cebraspe. As vagas são para o nível médio e superior. Ministério Público do Piauí Júnior Feitosa/G1 Estão abertas as incrições do concurso público do Ministério Público do Piauí para o provimento de 26 vagas, em cargos de nível superior e médio. O edital do concurso foi publicado no dia 11 de julho. A banca examinadora escolhida foi o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). As inscrições estarão abertas entre 10h do dia 18 de julho até 18h do dia 6 de agosto. Para solicitar a inscrição, o candidato deve acessar o site da Cebraspe. A taxa de inscrição no concurso público é de R$ 110 para nível superior e R$ 90 para nível médio. Para nível superior são disponibilizadas oito vagas, nos cargos de: analista ministerial nas áreas Processual (4), Tecnologia da Informação (2), Engenharia Civil (1), Medicina (1) e Psicologia (1). Os salários vão até R$ 6.241,11. Quadro de vagas do concurso do Ministério Público do Piauí Reprodução MPPI Para nível médio, são 12 vagas para ampla concorrência, 2 reservadas para candidatos com deficiência e 3 para candidatos negros para o cargo de: técnico ministerial, na área administrativa. Os salários são de R$ 4.023,03. O processo seletivo contará com provas objetivas e prova discursiva, ambas de caráter eliminatório e classificatório. As etapas do certame serão realizadas em Teresina. As provas objetivas e a prova discursiva para cargos de nível superior serão aplicadas na data provável de 23 de setembro de 2018, no turno da manhã. As provas objetivas para cargo do nível médio deverão ocorrer no mesmo dia, no turno da tarde. O edital de resultado final nas provas objetivas e de resultado provisório na prova discursiva será publicado no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado do Piauí e divulgado na internet na data provável de 9 de outubro de 2018.




Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirma que os EUA estão a fabricar todos os tipos de justificativas para as suas ações comerciais, incluindo a da segurança nacional. Contêineres com produtos para exportação em porto de Xangai, na China. Reuters/Aly Song A guerra comercial conduzida pelos Estados Unidos (EUA) tornou-se a maior "assassina da confiança" na economia global, alertou o Ministério das Relações Exteriores da China nesta quarta-feira (18), dizendo que o mundo inteiro reagirá se os EUA continuarem a agir de forma "intencional". Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying, disse aos repórteres que os EUA estão a fabricar todos os tipos de justificativas para as suas ações comerciais, incluindo a da segurança nacional. Neste mês, os EUA e a China impuseram tarifas sobre US$ 34 bilhões em importações um do outro, numa disputa crescente que tem afectado o mercado financeiro. O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor outras tarifas a menos que Pequim concorde em mudar as suas práticas de propriedade intelectual e os planos de subsídios industriais de alta tecnologia. Trump também atingiu as importações de metais da Europa com tarifas e ameaçou restringir as importações de carros europeus com um imposto de 20%. "A guerra comercial dos EUA não é apenas com a China, mas com o resto do mundo. Ao considerar o resto do mundo como adversários, os EUA arrastaram toda a economia global para um lugar de perigo", disse Hua. "Se os EUA continuarem a agir de forma intencional, os países à volta do mundo apenas endurecerão a sua determinação de retorquir", disse Hua.
China diz que guerra comercial dos EUA tornou-se maior 'assassina de confiança' economia global

Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirma que os EUA estão a fabricar todos os tipos de justificativas para as suas ações comerciais, incluindo a da segurança nacional. Contêineres com produtos para exportação em porto de Xangai, na China. Reuters/Aly Song A guerra comercial conduzida pelos Estados Unidos (EUA) tornou-se a maior "assassina da confiança" na economia global, alertou o Ministério das Relações Exteriores da China nesta quarta-feira (18), dizendo que o mundo inteiro reagirá se os EUA continuarem a agir de forma "intencional". Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying, disse aos repórteres que os EUA estão a fabricar todos os tipos de justificativas para as suas ações comerciais, incluindo a da segurança nacional. Neste mês, os EUA e a China impuseram tarifas sobre US$ 34 bilhões em importações um do outro, numa disputa crescente que tem afectado o mercado financeiro. O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor outras tarifas a menos que Pequim concorde em mudar as suas práticas de propriedade intelectual e os planos de subsídios industriais de alta tecnologia. Trump também atingiu as importações de metais da Europa com tarifas e ameaçou restringir as importações de carros europeus com um imposto de 20%. "A guerra comercial dos EUA não é apenas com a China, mas com o resto do mundo. Ao considerar o resto do mundo como adversários, os EUA arrastaram toda a economia global para um lugar de perigo", disse Hua. "Se os EUA continuarem a agir de forma intencional, os países à volta do mundo apenas endurecerão a sua determinação de retorquir", disse Hua.




Na internet de hoje, muitos serviços estão conectados através dos mesmos provedores Patrick Roubos/Freeimages.com Foi pouco tempo, mas diversos serviços populares ficaram indisponíveis nesta terça-feira (17) por causa de uma falha técnica no serviço de nuvem do Google. Nomes como Spotify, Snapchat e Pokémon Go ficaram, por pelo menos 40 minutos, fora da internet. Mas o que, exatamente, esses aplicativos têm a ver com o Google? Um dos maiores desafios para quem cria um aplicativo ou serviço na web hoje pode ser resumido com a palavra "escala". É difícil saber com qual velocidade seu serviço vai crescer, quanto tempo vai levar para chegar ao primeiro milhão de usuários. Para os empreendedores da web, a "nuvem" é uma solução quase mágica para esse problema: você paga pelo que for necessário, e sua infraestrutura cresce junto como em um buffet por quilo, sem que seja necessário investir para criar uma infraestrutura antes que a demanda chegue, nem deixar capacidade ociosa quando ela não é necessária. Se você entende a nuvem como a possibilidade de acessar seus arquivos de qualquer lugar, a nuvem para quem cria serviços na web é sinônimo de "infraestrutura elástica": ela cresce se necessário, mas também diminui fora dos picos de acesso. Por outro lado, quem tem melhores condições de oferecer esses serviços são alguns poucos provedores que já necessitam de uma grande infraestrutura de processamento e tecnologia para alimentar os seus próprios serviços. Logo, o Google -- que necessita de uma infraestrutura gigante para alimentar a busca, o YouTube, o Gmail e outros produtos -- é um dos principais nomes do mercado de infraestrutura elástica. Outro gigante desse mercado é a Amazon. Em 2017, o mesmo problema aconteceu quando um dos serviços de nuvem da Amazon apresentou dificuldades técnicas, derrubando Netflix, Pinterest e - de novo - o Spotify. Curiosamente, a tecnologia de nuvem foi criada para diminuir o impacto de problemas técnicos. Com ela, um serviço existe em vários computadores ao mesmo tempo, podendo "migrar" de um sistema para outro sem dificuldade (daí a ideia de ser "flexível como uma nuvem"). Quando algo afeta as bases dessa tecnologia, porém, a tendência é que muitos serviços caiam ao mesmo tempo. Em outras palavras, os prestadores de serviços na web optaram por diminuir o risco de falhas pontuais deixar a infraestrutura a cargo de terceiro (como a Amazon e o Google), mas criaram uma situação em que certas falhas podem derrubar vários serviços de uma só vez. Temos mais dificuldade para ver as vantagens dessa troca -- porque nós não vemos os problemas que nunca aconteceram, nem sabemos quanto esses serviços custariam a mais se tivessem que manter uma infraestrutura tradicional --, mas o custo são eventos como o desta terça e o da Amazon no ano passado: perder diversos serviços de uma só vez. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
Queda de serviço de nuvem do Google expõe web dependente de poucos provedores

Na internet de hoje, muitos serviços estão conectados através dos mesmos provedores Patrick Roubos/Freeimages.com Foi pouco tempo, mas diversos serviços populares ficaram indisponíveis nesta terça-feira (17) por causa de uma falha técnica no serviço de nuvem do Google. Nomes como Spotify, Snapchat e Pokémon Go ficaram, por pelo menos 40 minutos, fora da internet. Mas o que, exatamente, esses aplicativos têm a ver com o Google? Um dos maiores desafios para quem cria um aplicativo ou serviço na web hoje pode ser resumido com a palavra "escala". É difícil saber com qual velocidade seu serviço vai crescer, quanto tempo vai levar para chegar ao primeiro milhão de usuários. Para os empreendedores da web, a "nuvem" é uma solução quase mágica para esse problema: você paga pelo que for necessário, e sua infraestrutura cresce junto como em um buffet por quilo, sem que seja necessário investir para criar uma infraestrutura antes que a demanda chegue, nem deixar capacidade ociosa quando ela não é necessária. Se você entende a nuvem como a possibilidade de acessar seus arquivos de qualquer lugar, a nuvem para quem cria serviços na web é sinônimo de "infraestrutura elástica": ela cresce se necessário, mas também diminui fora dos picos de acesso. Por outro lado, quem tem melhores condições de oferecer esses serviços são alguns poucos provedores que já necessitam de uma grande infraestrutura de processamento e tecnologia para alimentar os seus próprios serviços. Logo, o Google -- que necessita de uma infraestrutura gigante para alimentar a busca, o YouTube, o Gmail e outros produtos -- é um dos principais nomes do mercado de infraestrutura elástica. Outro gigante desse mercado é a Amazon. Em 2017, o mesmo problema aconteceu quando um dos serviços de nuvem da Amazon apresentou dificuldades técnicas, derrubando Netflix, Pinterest e - de novo - o Spotify. Curiosamente, a tecnologia de nuvem foi criada para diminuir o impacto de problemas técnicos. Com ela, um serviço existe em vários computadores ao mesmo tempo, podendo "migrar" de um sistema para outro sem dificuldade (daí a ideia de ser "flexível como uma nuvem"). Quando algo afeta as bases dessa tecnologia, porém, a tendência é que muitos serviços caiam ao mesmo tempo. Em outras palavras, os prestadores de serviços na web optaram por diminuir o risco de falhas pontuais deixar a infraestrutura a cargo de terceiro (como a Amazon e o Google), mas criaram uma situação em que certas falhas podem derrubar vários serviços de uma só vez. Temos mais dificuldade para ver as vantagens dessa troca -- porque nós não vemos os problemas que nunca aconteceram, nem sabemos quanto esses serviços custariam a mais se tivessem que manter uma infraestrutura tradicional --, mas o custo são eventos como o desta terça e o da Amazon no ano passado: perder diversos serviços de uma só vez. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1



Segundo Ronaldo Fonseca (Secretaria-Geral), fundo será criado por medida provisória. Recursos virão do setor privado e de leilão do trecho da ferrovia Norte-Sul entre Tocantins e São Paulo. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Ronaldo Fonseca, informou por meio de nota nesta quarta-feira (18) que o governo federal editará uma medida provisória para criar um “fundo de desenvolvimento ferroviário nacional”. Segundo a nota, o dinheiro do fundo será usado, a princípio, para viabilizar a obra do trecho da ferrovia Norte-Sul entre o Pará e o Maranhão. “O fundo proporcionará a ligação ferroviária do porto de Vila do Conde, em Barcarena (PA), com a ferrovia Norte-Sul em Açailândia (MA), haja vista a oportunidade estratégica de escoar a produção nacional para o oceano Pacífico, pela proximidade com o canal do Panamá”, diz trecho da nota. Procurada pelo G1, a secretaria afirmou que esta será a primeira obra “prioritária” apoiada com recursos do fundo ferroviário, que “será permanente”. Neste mês, o Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) aprovou a inclusão do tramo norte da ferrovia Norte-Sul entre Açailândia e Barcarena no programa de concessões e privatizações do governo federal. Conforme a Secretaria-Geral, que tem status de ministério, o governo trabalha para que a MP seja assinada pelo presidente Michel Temer até o início da próxima semana. Depois de publicada, a MP precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional. Temer está desde terça (17) em Cabo Verde, onde participou da conferência de chefes de Estado e de governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Ele retorna nesta quarta ao Brasil. Recursos De acordo com a nota de Fonseca, o fundo receberá recursos do setor privado e da outorga paga ao governo federal pelo vencedor do leilão da ferrovia Norte-Sul (EF-151), no trecho entre Porto Nacional (TO) e Estrela d’Oeste (SP). O governo federal fixou em R$ 1,097 bilhão o lance mínimo para a concessão do trecho da ferrovia, que tem 1.537 km. O leilão ainda precisa do aval do Tribunal de Contas da União (TCU) para ser realizado. O G1 questionou a Secretaria-Geral sobre como será feito o aporte do setor privado ao fundo, a contrapartida oferecida pelo governo e quem irá administrar o fundo, mas a pasta respondeu que esses pontos serão regulamentados posteriormente. A Secretaria-Geral também não esclareceu como será feita a distribuição dos recursos do fundo e se alguma fatia do dinheiro será destinada a estados e municípios.
Ministro anuncia criação de fundo para financiar construção de ferrovia entre Pará e Maranhão




Os interessados devem se inscrever pela internet. Confira todas as vagas. Oportunidade em rede de hipermercados é oferecida nas cidades de Campinas, Valinhos e Vinhedo. Joelma Gonçalves/G1 Uma rede de hipermercados está oferecendo 720 vagas de emprego na cidade de Campinas (SP), Valinhos (SP) e Vinhedo (SP). As oportunidades são para as áreas de operador de loja e operador aprendiz. Não é necessário ter experiência anterior na área. Os interessados devem se inscrever pela internet, no site da rede do Grupo Pão de Açúcar. A empresa não revela os valores dos salários e afirma que são compatíveis com o mercado. As vagas oferecem benefícios como seguro de vida, assistência médica, assistência odontológica, extensão da licença maternidade, enxoval do bebê, cartão da mamãe, refeição no local de trabalho, vale-alimentação, vale-transporte, cartão multicheque e cooperativa de crédito. Para se candidatar às vagas de operador de loja, os interessados devem ter ensino fundamental completo e mais de 18 anos. Já os candidatos a operador aprendiz devem estar cursando ou ter completado o ensino médio, e ter entre 18 e 23 anos. Conheça as vagas Operador de loja Oportunidade para trabalhar como operador de caixa, repositor de mercadorias ou atendente de balcão. As principais atividades exercidas são de atendimento ao cliente, recebimento e reposição de produtos, precificação e organização da loja. Total de vaga: 400 Cidade: Campinas Aprendiz operador Atendimento ao cliente, abertura e fechamento de caixa, abastecimento e precificação de mercadorias, conferência de validade, limpeza e organização do setor, devolução de produtos nas gôndolas. Total de vagas: 320 Cidade: Campinas (100), Valinhos (110) e Vinhedo (110) Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas
Rede de hipermercados oferece 720 vagas de emprego na região de Campinas

Os interessados devem se inscrever pela internet. Confira todas as vagas. Oportunidade em rede de hipermercados é oferecida nas cidades de Campinas, Valinhos e Vinhedo. Joelma Gonçalves/G1 Uma rede de hipermercados está oferecendo 720 vagas de emprego na cidade de Campinas (SP), Valinhos (SP) e Vinhedo (SP). As oportunidades são para as áreas de operador de loja e operador aprendiz. Não é necessário ter experiência anterior na área. Os interessados devem se inscrever pela internet, no site da rede do Grupo Pão de Açúcar. A empresa não revela os valores dos salários e afirma que são compatíveis com o mercado. As vagas oferecem benefícios como seguro de vida, assistência médica, assistência odontológica, extensão da licença maternidade, enxoval do bebê, cartão da mamãe, refeição no local de trabalho, vale-alimentação, vale-transporte, cartão multicheque e cooperativa de crédito. Para se candidatar às vagas de operador de loja, os interessados devem ter ensino fundamental completo e mais de 18 anos. Já os candidatos a operador aprendiz devem estar cursando ou ter completado o ensino médio, e ter entre 18 e 23 anos. Conheça as vagas Operador de loja Oportunidade para trabalhar como operador de caixa, repositor de mercadorias ou atendente de balcão. As principais atividades exercidas são de atendimento ao cliente, recebimento e reposição de produtos, precificação e organização da loja. Total de vaga: 400 Cidade: Campinas Aprendiz operador Atendimento ao cliente, abertura e fechamento de caixa, abastecimento e precificação de mercadorias, conferência de validade, limpeza e organização do setor, devolução de produtos nas gôndolas. Total de vagas: 320 Cidade: Campinas (100), Valinhos (110) e Vinhedo (110) Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas



Na véspera, principal índice da B3 subiu 1,93%, a 78.130 pontos. O principal índice acionário da B3 opera em queda nesta quarta-feira (18), após acumular ganho de 5% nos últimos quatro pregões, em meio a um cenário misto no exterior. Por volta das 15h, o Ibovespa recuava 0,6%, aos 77.665 pontos. Veja mais cotações No exterior, as atenções continuam voltadas para o depoimento do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), Jerome Powell, nesta manhã. Na terça-feira, Powell, insistiu que "o melhor caminho" para a política monetária é "seguir com o gradual" aumento da taxa de juros. Com a fala do presidente do Fed, o Ibovespa avançou 1,93%, a 78.130 pontos, na véspera e fechou no maior patamar desde 4 de junho. Por volta do mesmo horário, as preferenciais da Petrobras recuavam 0,71% e Itaú Unibanco tinha queda de 0,42%. Estácio perdia mais de 7%, liderando as baixas. Os papéis da WEG subiam acima de 2% após a fabricante de motores elétricos e tintas industriais anunciar um lucro líquido de R$ 336,6 milhões no segundo trimestre, alta de 23,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. As ações Eletrobras ON e Eletrobras PNB subiam 5,07% e 4,38% respectivamente, após o presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, desembargador André Fontes, suspender a liminar que impedia leilão de venda de seis distribuidoras da companhia.
Bovespa opera em queda nesta quarta-feira




Interessados devem comparecer à unidade nesta quarta-feira (18), levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. PAT de Hortolândia (SP) oferece 62 vagas de emprego. Interessados devem comparecer à unidade na próxima segunda-feira (16). Reginaldo Prado/Prefeitura de Hortolândia/Divulgação O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Hortolândia (SP) oferece 62 vagas de emprego em diversas àreas de atuação. Os salários divulgados vão até R$ 2 mil. Os interessados devem comparecer nesta quarta-feira (18) à unidade. O PAT fica no prédio Hortofácil, na Rua Argolino de Moraes, nº 405, no Jardim São Francisco. É necessário levar RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Oportunidades Técnico de enfermagem - 20 vagas Auxiliar de enfermagem - 20 vagas Instalador de equipamentos de comunicação - 18 vagas Mecânico de manutenção de ar-condicionado - 1 vaga Mecânico de manutenção de máquinas de costura - 1 vaga Professor de inglês - 1 vaga Operador de eletroerosão a fio - 1 vaga As vagas de técnico de enfermagem exigem o ensino técnico completo e o Conselho Regional de Enfermagem (Coren) ativo. Já para função de auxiliar de enfermagem é necessário ter concluído o ensino médio e possuir o Coren ativo. Ambas são para atuar como cuidador de paciente em sua residência no modo 12 por 36 horas. As remunerações não foram informadas. Para a função de instalador de equipamentos de comunicação, o candidato deverá ter o ensino médio completo e a CNH na categoria 'B'. O funcionário irá trabalhar com a instalação e manutenção de TV a cabo. O salário é de R$ 979.26. O candidato à vaga de mecânico de manutenção de ar-condicionado deve ter ensino fundamental completo, experiência na área, conhecimento em shiller fancoi e possuir CNH na categoria 'B'. O salário é de R$ 2 mil. Para a vaga de mecânico de manutenção de máquinas de costura, o interessado precisa ter o ensino médio completo, experiência na àrea e possuir CNH na categoria 'B'. O salário não foi informado. O interessado à vaga de professor de inglês deverá ter concluído o ensino médio. O canditado irá lecionar para todos os níveis e faixa etária. O salário não foi informado. Para a vaga de operador de eletroerosão a fio, o candidato deve ter concluído o ensino médio e o curso técnico em mecânico ou industrial. O funcionário realizará leitura e interpretação de desenho técnico, alinhamento e referência de peças na máquina, operação e inspeção do serviço durante a usinagem e medição das peças com auxílio de instrumentos. O salário é de R$ 1.413. Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas
PAT Hortolândia oferece 62 vagas de emprego; veja cargos e salários

Interessados devem comparecer à unidade nesta quarta-feira (18), levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. PAT de Hortolândia (SP) oferece 62 vagas de emprego. Interessados devem comparecer à unidade na próxima segunda-feira (16). Reginaldo Prado/Prefeitura de Hortolândia/Divulgação O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Hortolândia (SP) oferece 62 vagas de emprego em diversas àreas de atuação. Os salários divulgados vão até R$ 2 mil. Os interessados devem comparecer nesta quarta-feira (18) à unidade. O PAT fica no prédio Hortofácil, na Rua Argolino de Moraes, nº 405, no Jardim São Francisco. É necessário levar RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Oportunidades Técnico de enfermagem - 20 vagas Auxiliar de enfermagem - 20 vagas Instalador de equipamentos de comunicação - 18 vagas Mecânico de manutenção de ar-condicionado - 1 vaga Mecânico de manutenção de máquinas de costura - 1 vaga Professor de inglês - 1 vaga Operador de eletroerosão a fio - 1 vaga As vagas de técnico de enfermagem exigem o ensino técnico completo e o Conselho Regional de Enfermagem (Coren) ativo. Já para função de auxiliar de enfermagem é necessário ter concluído o ensino médio e possuir o Coren ativo. Ambas são para atuar como cuidador de paciente em sua residência no modo 12 por 36 horas. As remunerações não foram informadas. Para a função de instalador de equipamentos de comunicação, o candidato deverá ter o ensino médio completo e a CNH na categoria 'B'. O funcionário irá trabalhar com a instalação e manutenção de TV a cabo. O salário é de R$ 979.26. O candidato à vaga de mecânico de manutenção de ar-condicionado deve ter ensino fundamental completo, experiência na área, conhecimento em shiller fancoi e possuir CNH na categoria 'B'. O salário é de R$ 2 mil. Para a vaga de mecânico de manutenção de máquinas de costura, o interessado precisa ter o ensino médio completo, experiência na àrea e possuir CNH na categoria 'B'. O salário não foi informado. O interessado à vaga de professor de inglês deverá ter concluído o ensino médio. O canditado irá lecionar para todos os níveis e faixa etária. O salário não foi informado. Para a vaga de operador de eletroerosão a fio, o candidato deve ter concluído o ensino médio e o curso técnico em mecânico ou industrial. O funcionário realizará leitura e interpretação de desenho técnico, alinhamento e referência de peças na máquina, operação e inspeção do serviço durante a usinagem e medição das peças com auxílio de instrumentos. O salário é de R$ 1.413. Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas




Após ver que seu carro tinha quebrado, Walter Carr decidiu caminhar a noite toda para não chegar atrasado; sua história, contada no Facebook por cliente da empresa, viralizou nos EUA. Walter Carr decidiu caminhar a noite toda para não chegar atrasado e acabou ganhando carro de seu chefe Reprodução/CBS Para chegar não estar atrasado no primeiro dia de trabalho, Walter Carr caminhou a noite inteira. Ele decidiu percorrer, a pé, 32 quilômetros depois que o carro dele quebrou, nos subúrbios de Birmingham, no Alabama (EUA). No caminho, foi interpelado por um policial, que, impressionado com sua determinação, levou-o para tomar café da manhã antes do início de seu primeiro turno em uma empresa de mudanças. A história de Carr, estudante de 20 anos, atraiu comoção nas redes sociais - e o dono da empresa decidiu dar a ele um carro. Foi a partir do relato de uma cliente, publicado no Facebook, que a história de Carr viralizou. Jenny Lamey contou que estava esperando os funcionários da empresa de mudança às 8h na última sexta-feira para empacotar suas coisas. Às 6h30, ouviu a campainha. Era Carr, acompanhado do policial. "Ele contou que tinha pegado aquele bom rapaz em Pelham, logo cedo pela manhã", disse Lamey. "Walter disse que estava ali para me ajudar na mudança." "Ele andou a noite toda para sair de Homewood e chegar a Pelham. Porque ele precisava trabalhar. Para os que estão lendo isso e não são da região, são 20 milhas", escreveu Lamey. Ela ainda contou que o policial lhe disse que, ao encontrar Carr, o levou para tomar café e, depois de conferir a história, o levaram à casa dela. Enquanto estava ajudando com as coisas na cozinha, Carr contou que passou a infância em Nova Orleans, mas que a família se mudou para Houston, Texas, depois que a casa foi destruída pelo furacão Katrina. Initial plugin text "Eu não posso descrever o quão emocionada fiquei com Walter e a história dele", escreveu Lamey. "Mal consigo imaginar essa caminhada solitária...no meio da noite. Quantas vezes ele deve ter pensado em desistir e voltar pra casa." Luke Marklin, diretor da empresa de mudanças Bellhops, para quem Carr está trabalhando, dirigiu do Tennesse até o Alabama para encontrar o novo funcionário. Depois de conversar e de tomar um café com ele, Marklin entregou-lhe as chaves do próprio carro, um Ford Escape, ano 2014. Não importa qual seja o desafio, você pode superá-lo. Nada é impossível', diz Walter Carr, dirigindo o carro que recebeu de presente Reprodução/CBS "Estou sinceramente impressionado com ele", disse Marklin. "Tudo o que ele fez naquele dia é exatamente quem somos - coração e coragem." Ao receber as chaves do carro, Carr emocionado, chorou. Uma campanha online que tinha sido lançada para ajudar Carr a consertar o carro chegou a juntar US$ 8 mil (R$ 30 mil) antes de ser fechada. Carr pretende se formar em dezembro, em um curso na área da saúde. Também tem planos de se juntar aos fuzileiros navais dos EUA e de estudar fisioterapia. Na segunda, ele disse a repórteres que estava grato por ter tido a oportunidade de trabalho. Initial plugin text "Esta foi minha primeira oportunidade de trabalho há um bom tempo", disse ao site AL.com. "Eu queria mostrar a eles que sou dedicado. Eu disse que iria chegar ao trabalho de uma forma ou de outra." "Quero que as pessoas saibam disso - não importa qual seja o desafio, você pode superá-lo. Nada é impossível". Depois que Carr recebeu o carro, Jenny Lamey disse: "Walter, você não tem ideia de quantas vidas você mudou e inspirou. Você é um jovem muito especial e vai fazer grandes coisas".
A comovente história do homem que andou 32 km para chegar ao 1º dia de trabalho e ganhou um carro do chefe

Após ver que seu carro tinha quebrado, Walter Carr decidiu caminhar a noite toda para não chegar atrasado; sua história, contada no Facebook por cliente da empresa, viralizou nos EUA. Walter Carr decidiu caminhar a noite toda para não chegar atrasado e acabou ganhando carro de seu chefe Reprodução/CBS Para chegar não estar atrasado no primeiro dia de trabalho, Walter Carr caminhou a noite inteira. Ele decidiu percorrer, a pé, 32 quilômetros depois que o carro dele quebrou, nos subúrbios de Birmingham, no Alabama (EUA). No caminho, foi interpelado por um policial, que, impressionado com sua determinação, levou-o para tomar café da manhã antes do início de seu primeiro turno em uma empresa de mudanças. A história de Carr, estudante de 20 anos, atraiu comoção nas redes sociais - e o dono da empresa decidiu dar a ele um carro. Foi a partir do relato de uma cliente, publicado no Facebook, que a história de Carr viralizou. Jenny Lamey contou que estava esperando os funcionários da empresa de mudança às 8h na última sexta-feira para empacotar suas coisas. Às 6h30, ouviu a campainha. Era Carr, acompanhado do policial. "Ele contou que tinha pegado aquele bom rapaz em Pelham, logo cedo pela manhã", disse Lamey. "Walter disse que estava ali para me ajudar na mudança." "Ele andou a noite toda para sair de Homewood e chegar a Pelham. Porque ele precisava trabalhar. Para os que estão lendo isso e não são da região, são 20 milhas", escreveu Lamey. Ela ainda contou que o policial lhe disse que, ao encontrar Carr, o levou para tomar café e, depois de conferir a história, o levaram à casa dela. Enquanto estava ajudando com as coisas na cozinha, Carr contou que passou a infância em Nova Orleans, mas que a família se mudou para Houston, Texas, depois que a casa foi destruída pelo furacão Katrina. Initial plugin text "Eu não posso descrever o quão emocionada fiquei com Walter e a história dele", escreveu Lamey. "Mal consigo imaginar essa caminhada solitária...no meio da noite. Quantas vezes ele deve ter pensado em desistir e voltar pra casa." Luke Marklin, diretor da empresa de mudanças Bellhops, para quem Carr está trabalhando, dirigiu do Tennesse até o Alabama para encontrar o novo funcionário. Depois de conversar e de tomar um café com ele, Marklin entregou-lhe as chaves do próprio carro, um Ford Escape, ano 2014. Não importa qual seja o desafio, você pode superá-lo. Nada é impossível', diz Walter Carr, dirigindo o carro que recebeu de presente Reprodução/CBS "Estou sinceramente impressionado com ele", disse Marklin. "Tudo o que ele fez naquele dia é exatamente quem somos - coração e coragem." Ao receber as chaves do carro, Carr emocionado, chorou. Uma campanha online que tinha sido lançada para ajudar Carr a consertar o carro chegou a juntar US$ 8 mil (R$ 30 mil) antes de ser fechada. Carr pretende se formar em dezembro, em um curso na área da saúde. Também tem planos de se juntar aos fuzileiros navais dos EUA e de estudar fisioterapia. Na segunda, ele disse a repórteres que estava grato por ter tido a oportunidade de trabalho. Initial plugin text "Esta foi minha primeira oportunidade de trabalho há um bom tempo", disse ao site AL.com. "Eu queria mostrar a eles que sou dedicado. Eu disse que iria chegar ao trabalho de uma forma ou de outra." "Quero que as pessoas saibam disso - não importa qual seja o desafio, você pode superá-lo. Nada é impossível". Depois que Carr recebeu o carro, Jenny Lamey disse: "Walter, você não tem ideia de quantas vidas você mudou e inspirou. Você é um jovem muito especial e vai fazer grandes coisas".




Barril atingiu US$ 71,23, o menor nível desde 17 de abril. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters Os contratos futuros do petróleo Brent atingiram mínimas de três meses nesta quarta-feira (18), depois que um crescimento nos estoques de petróleo nos Estados Unidos destacou o aumento da oferta global e as preocupações com a fraca demanda. O petróleo Brent recuava 0,35 dólar, ou 0,49%, a 71,81 dólares por barril, por volta das 8h45 (horário de Brasília). Mais cedo, atingiu US$ 71,23, o menor nível desde 17 de abril. O petróleo dos Estados Unidos caía 0,44 dólar, ou 0,65%, a US$ 67,64 por barril. ]Os mercados de petróleo caíram na última semana, com a Arábia Saudita e outros membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, além da Rússia, aumentando a produção. O mercado também registrou a diminuição das interrupções no fornecimento. "A correção no preço do petróleo representa uma espécie de convergência entre os fundamentos e a realidade no físico", disse David Reid, analista de mercado de petróleo da consultoria JBC Energy. O mercado de petróleo dos EUA está apertado neste ano, mas dados divulgados na terça-feira pelo American Petroleum Institute mostraram um aumento inesperado de mais de 600 mil barris nos estoques. Os analistas previam um declínio de 3,6 milhões de barris nos estoques dos EUA para a semana até dia 13 de julho.
Petróleo Brent atinge mínima de 3 meses com aumento de estoques nos EUA

Barril atingiu US$ 71,23, o menor nível desde 17 de abril. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters Os contratos futuros do petróleo Brent atingiram mínimas de três meses nesta quarta-feira (18), depois que um crescimento nos estoques de petróleo nos Estados Unidos destacou o aumento da oferta global e as preocupações com a fraca demanda. O petróleo Brent recuava 0,35 dólar, ou 0,49%, a 71,81 dólares por barril, por volta das 8h45 (horário de Brasília). Mais cedo, atingiu US$ 71,23, o menor nível desde 17 de abril. O petróleo dos Estados Unidos caía 0,44 dólar, ou 0,65%, a US$ 67,64 por barril. ]Os mercados de petróleo caíram na última semana, com a Arábia Saudita e outros membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, além da Rússia, aumentando a produção. O mercado também registrou a diminuição das interrupções no fornecimento. "A correção no preço do petróleo representa uma espécie de convergência entre os fundamentos e a realidade no físico", disse David Reid, analista de mercado de petróleo da consultoria JBC Energy. O mercado de petróleo dos EUA está apertado neste ano, mas dados divulgados na terça-feira pelo American Petroleum Institute mostraram um aumento inesperado de mais de 600 mil barris nos estoques. Os analistas previam um declínio de 3,6 milhões de barris nos estoques dos EUA para a semana até dia 13 de julho.



Na véspera, moeda norte-americana caiu 0,47%, vendida a R$ 3,8449. O dólar opera em queda nesta quarta-feira (18), ainda de olho na política monetária dos Estados Unidos e com o quadro eleitoral no radar dos investidores. Às 15h01, a moeda norte-americana recuava 0,49%, a R$ 3,8259. Veja a cotação Na terça-feira, o o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), Jerome Powell, acabou reforçando as expectativas de que Fed elevará os juros mais duas vezes neste ano e de maneira gradual, o que trouxe alívio para os mercados. O Fed já elevou os juros duas vezes neste ano e indicou que fará novamente mais duas altas até o fim de 2018. Juros elevados têm potencial de atrair para a maior economia do mundo recursos aplicados hoje em outras praças financeiras, como a brasileira. A cena política eleitoral no Brasil continuava no radar dos investidores, num momento importante para a consolidação de eventuais chapas para a disputa presidencial deste ano. O Banco Central anunciou leilão de até 14 mil swaps tradicionais para esta sessão, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em agosto, no total de US$ 14,023 bilhões. Por enquanto, não anunciou intervenção extraordinária no mercado de câmbio para este pregão. Na véspera, a moeda norte-americana caiu 0,47%, vendida a R$ 3,8449.
Dólar opera em queda com política monetária dos EUA no radar




Foram convocados oito novos aprovados no concurso do HULW, realizado em 2014. Hospital Universitário Lauro Wanderley Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) convocou oito novos aprovados no concurso para o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), em João Pessoa, realizado em 2014. A convocação foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (18). Veja lista de novos convocados no concurso para o HU Foram convocados aprovados para os cargos de assistente administrativo (uma pessoa), fisioterapeuta (uma pessoa), médico - cirurgia pediátrica (uma pessoa) e técnico em enfermagem (cinco pessoas). Os candidatos convocados neste novo edital devem comparecer no dia 24 de julho, no horário das 8h às 11h e das 13h às 16h, à Divisão de Gestão de Pessoas do HULW, localizado no Campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), para apresentar a habilitação específica dos requisitos dos cargos (original e cópia), além de currículo e comprovante de preenchimento de dados cadastrais, disponível no site da Ebserh. Ainda de acordo com o calendário do edital, no dia 25 de julho os candidatos vão realizar coleta de sangue e exames laboratoriais, conforme agendamento, no laboratório de análises clínicas do ambulatório do hospital. Os exames admissionais vão ser feitos no dia 26 de julho, também no ambulatório. A assinatura do contrato de trabalho vai ser feita no dia 1º de agosto, na Divisão de Gestão de Pessoas do HULW. Os candidatos que não participarem das etapas, nas datas e horários previstos no edital ou a não apresentação dos documentos implica na exclusão do concurso.
Concurso da Ebserh para HU de João Pessoa convoca novos aprovados

Foram convocados oito novos aprovados no concurso do HULW, realizado em 2014. Hospital Universitário Lauro Wanderley Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) convocou oito novos aprovados no concurso para o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), em João Pessoa, realizado em 2014. A convocação foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (18). Veja lista de novos convocados no concurso para o HU Foram convocados aprovados para os cargos de assistente administrativo (uma pessoa), fisioterapeuta (uma pessoa), médico - cirurgia pediátrica (uma pessoa) e técnico em enfermagem (cinco pessoas). Os candidatos convocados neste novo edital devem comparecer no dia 24 de julho, no horário das 8h às 11h e das 13h às 16h, à Divisão de Gestão de Pessoas do HULW, localizado no Campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), para apresentar a habilitação específica dos requisitos dos cargos (original e cópia), além de currículo e comprovante de preenchimento de dados cadastrais, disponível no site da Ebserh. Ainda de acordo com o calendário do edital, no dia 25 de julho os candidatos vão realizar coleta de sangue e exames laboratoriais, conforme agendamento, no laboratório de análises clínicas do ambulatório do hospital. Os exames admissionais vão ser feitos no dia 26 de julho, também no ambulatório. A assinatura do contrato de trabalho vai ser feita no dia 1º de agosto, na Divisão de Gestão de Pessoas do HULW. Os candidatos que não participarem das etapas, nas datas e horários previstos no edital ou a não apresentação dos documentos implica na exclusão do concurso.




Segundo Comissão Europeia, gigante de tecnologia abusou de posição dominante com seu sistema operacional. Empresa disse que vai recorrer. UE anuncia multa recorde de 4,3 bilhões de euros ao Google por Android Charles Platiau/Reuters A União Europeia (UE) aplicou nesta quarta-feira (18) uma multa recorde de 4,34 bilhões de euros (cerca de R$ 19,5 bilhões) contra o Google por violação das regras de livre concorrência. A empresa é acusada de abusar da posição de liderança do seu sistema operacional para smartphones e tablets, o Android, com o objetivo de garantir a hegemonia de seu serviço de busca on-line. "O Google usou o Android como um veículo para consolidar a posição dominante de seu motor de busca. Essas práticas (...) privaram os consumidores europeus das vantagens de uma concorrência efetiva", alegou a comissária europeia de Concorrência, Margrethe Vestager, em comunicado divulgado nesta quarta-feira (18). A Comissão Europeia determinou ao gigante americano de tecnologia que "ponha fim às suas práticas ilegais nos próximos 90 dias", sob pena de novas multas, "que podem ir a até 5% da média mundial do volume de negócios diário da Alphabet", a empresa-mãe do Google. A UE também rejeitou os argumentos do Google, que citou a Apple como concorrente dos dispositivos Android, dizendo que a criadora do iPhone não garante uma competição por causa dos preços elevados que cobra e dos custos de troca de plataforma incorridos pelos usuários. Trata-se da maior multa já imposta pelas autoridades antitruste da União Europeia. O Android é o líder de mercado e é usado em cerca de 80% dos smartphones em todo o mundo. O que diz o Google O Google anunciou que irá recorrer na justiça contra a multa imposta pelo órgão europeu. "Estamos preocupados que a decisão de hoje abale o equilíbrio cuidadoso que atingimos com o Android, e que isso envie um sinal preocupante em favor de sistemas proprietários sobre plataformas abertas", disse Sundar Pichai, presidente-executivo do Google, em um blog. "O Android criou mais escolhas para todos, não menos. Um ecossistema vibrante, inovação rápida e preços menores são sinais clássicos de competição robusta", disse a companhia em comunicado. A pena representa um pouco mais de duas semanas de receita da a Alphabet, controladora do Google, e não deve pressionar as reservas de capital de US$ 102,9 bilhões da companhia, segundo a Reuters. Margrethe Vestager, comissária europeia de Concorrência, detalha multa de de 4,34 bilhões de euros contra o Google Yves Herman/Reuters Google já tinha sido multado em 2017 A multa constitui um novo recorde depois dos 2,424 bilhões de euros impostos ao Google em 2017 por favorecer seu comparador de preços, o Google Shopping, em detrimento da concorrência. A companhia tem sido alvo da Comissão Europeia nos últmos anos, em meio a preocupações com o domínio da gigante do Vale do Silício sobre as buscas na internet feitas na Europa, onde a empresa americana detém 90% desse mercado. Apesar de elevada, a multa representa apenas duas semanas de faturamento para o conglomerado Alphabet, que além disso detém reservas de US$ 102,9 bilhões. O caso do Android é uma das 3 investigações antitruste abertas na UE contra o Google. No atual caso, aberto há três anos, reguladores do mercado afirmam que o Google obrigou fabricantes de smartphones, como Samsung e Huawei, a instalar o mecanismo de busca Google Search e o navegador Chrome caso quisessem ter acesso a outros apps da empresa Google, informa a Deutsche Welle. O Google também á acusado de dar "incentivos financeiros" a fabricantes e operadores de redes de telefonia celular caso eles pré-instalem o Google Search em seus aparelhos. A Comissão Europeia também afirma que a gigante de tecnologia impediu fabricantes de vender aparelhos com sistemas operacionais rivais baseados no código aberto do Android. Além do Google Shopping e do Android, a UE mantém uma terceira queda de braço com a companhia por abuso de posição dominante, referente a seu sistema de publicidade AdSense (80% do mercado na Europa). A investigação aberta pode levar a uma nova multa. Os altos pagamentos da empresa para desenvolvedores de aplicativos, aliados a seu estreito relacionamento com milhões de anunciantes, transformaram a Google na maior fonte de receita para muitos apps. Sua loja virtual Play Store é responsável por mais de 90% dos aplicativos baixados em dispositivos com o sistema Android na Europa, destaca a Deutsche Welle. Disputa comercial entre EUA e UE A nova multa europeia contra uma companhia do Vale do Silício pode deteriorar ainda mais a relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já tensas pela disputa comercial e por suas diferenças sobre a Otan, o acordo nuclear iraniano, entre outros pontos. A comissária de defesa da concorrência da UE, Margrethe Vestager, negou que a disputa comercial tenha relação com a decisão da multa contra o Google. Ela disse gostar bastante dos Estados Unidos, rebatendo comentários do presidente norte-americano Donald Trump, de que ela "odeia" os EUA. "O fato é que isso não tem nada a ver como eu me sinto. Nada a ver. Estamos apenas aplciando a lei de defesa da concorrência, fazemos isso no mundo e não fazemos com base em contexto político", afirmou a comissária. Na próxima quarta-feira, o presidente da Comissão, Jean-Claude Juncker, viaja para Washington para tentar desativar o conflito comercial com um presidente americano disposto a aumentar as tarifas sobre os veículos europeus. As cinco maiores multas impostas pela UE Confira abaixo as 5 maiores multas impostas na história da União Europeia (UE) por abuso de posição dominante: 1. Google (2018) - Por aproveitar a posição dominante de seu sistema operacional para smartphones e tablets Android, com o objetivo de favorecer seus próprios aplicativos, como seu motor de busca, a Comissão Europeia sanciona a Google em 4,342 bilhões de euros de multa (cerca de 5,046 bilhões de dólares). 2. Google (2017) - O Executivo comunitário impôs 2,424 bilhões de euros ao Google por favorecer em seu popular buscador seu serviço Google Shopping em detrimento dos rivais. A companhia recorreu da decisão na Justiça europeia em setembro de 2017. No caso de seu comparador de preços Google Shopping, a companhia apresentou uma série de soluções em setembro ainda sob análise de Bruxelas. A decisão judicial pode levar até dois anos para sair, diante da complexidade do caso. 3. Intel (2009) - O fabricante de microprocessadores Intel recebeu uma multa de 1,060 bilhão de euros, depois que a Comissão Europeia o acusou de adotar entre 2002 e 2007 uma estratégia destinada a excluir do mercado seu único real concorrente, a AMD. A Justiça europeia decidiu voltar a examinar o caso em setembro. 4. Qualcomm (2018) - O gigante americano de componentes eletrônicos Qualcomm recebeu em janeiro uma sanção de 997 milhões de euros por ter subornado a Apple para que usasse apenas seus produtos, e não dos concorrentes, em seus aparelhos iPhones e nos oPads. 5. Microsoft (2004) - Em 2004, o grupo de informática Microsoft recebeu uma multa de 497 milhões de euros por se negar a fornecer a documentação técnica completa para seus concorrentes para que eles pudessem conceber programas plenamente compatíveis com o sistema operacional Windows. Também foi acusado de vincular seu leitor multimídia Windows Media Player a esse sistema para superar a concorrência. Por descumprir seus compromissos firmados com o Executivo comunitário, Bruxelas lhe impôs outra multa de 860 milhões de euros em 2008. No total, as sanções impostas à Microsoft pela Comissão chegam a 2 bilhões de euros.
UE anuncia multa recorde de 4,3 bilhões de euros ao Google por Android

Segundo Comissão Europeia, gigante de tecnologia abusou de posição dominante com seu sistema operacional. Empresa disse que vai recorrer. UE anuncia multa recorde de 4,3 bilhões de euros ao Google por Android Charles Platiau/Reuters A União Europeia (UE) aplicou nesta quarta-feira (18) uma multa recorde de 4,34 bilhões de euros (cerca de R$ 19,5 bilhões) contra o Google por violação das regras de livre concorrência. A empresa é acusada de abusar da posição de liderança do seu sistema operacional para smartphones e tablets, o Android, com o objetivo de garantir a hegemonia de seu serviço de busca on-line. "O Google usou o Android como um veículo para consolidar a posição dominante de seu motor de busca. Essas práticas (...) privaram os consumidores europeus das vantagens de uma concorrência efetiva", alegou a comissária europeia de Concorrência, Margrethe Vestager, em comunicado divulgado nesta quarta-feira (18). A Comissão Europeia determinou ao gigante americano de tecnologia que "ponha fim às suas práticas ilegais nos próximos 90 dias", sob pena de novas multas, "que podem ir a até 5% da média mundial do volume de negócios diário da Alphabet", a empresa-mãe do Google. A UE também rejeitou os argumentos do Google, que citou a Apple como concorrente dos dispositivos Android, dizendo que a criadora do iPhone não garante uma competição por causa dos preços elevados que cobra e dos custos de troca de plataforma incorridos pelos usuários. Trata-se da maior multa já imposta pelas autoridades antitruste da União Europeia. O Android é o líder de mercado e é usado em cerca de 80% dos smartphones em todo o mundo. O que diz o Google O Google anunciou que irá recorrer na justiça contra a multa imposta pelo órgão europeu. "Estamos preocupados que a decisão de hoje abale o equilíbrio cuidadoso que atingimos com o Android, e que isso envie um sinal preocupante em favor de sistemas proprietários sobre plataformas abertas", disse Sundar Pichai, presidente-executivo do Google, em um blog. "O Android criou mais escolhas para todos, não menos. Um ecossistema vibrante, inovação rápida e preços menores são sinais clássicos de competição robusta", disse a companhia em comunicado. A pena representa um pouco mais de duas semanas de receita da a Alphabet, controladora do Google, e não deve pressionar as reservas de capital de US$ 102,9 bilhões da companhia, segundo a Reuters. Margrethe Vestager, comissária europeia de Concorrência, detalha multa de de 4,34 bilhões de euros contra o Google Yves Herman/Reuters Google já tinha sido multado em 2017 A multa constitui um novo recorde depois dos 2,424 bilhões de euros impostos ao Google em 2017 por favorecer seu comparador de preços, o Google Shopping, em detrimento da concorrência. A companhia tem sido alvo da Comissão Europeia nos últmos anos, em meio a preocupações com o domínio da gigante do Vale do Silício sobre as buscas na internet feitas na Europa, onde a empresa americana detém 90% desse mercado. Apesar de elevada, a multa representa apenas duas semanas de faturamento para o conglomerado Alphabet, que além disso detém reservas de US$ 102,9 bilhões. O caso do Android é uma das 3 investigações antitruste abertas na UE contra o Google. No atual caso, aberto há três anos, reguladores do mercado afirmam que o Google obrigou fabricantes de smartphones, como Samsung e Huawei, a instalar o mecanismo de busca Google Search e o navegador Chrome caso quisessem ter acesso a outros apps da empresa Google, informa a Deutsche Welle. O Google também á acusado de dar "incentivos financeiros" a fabricantes e operadores de redes de telefonia celular caso eles pré-instalem o Google Search em seus aparelhos. A Comissão Europeia também afirma que a gigante de tecnologia impediu fabricantes de vender aparelhos com sistemas operacionais rivais baseados no código aberto do Android. Além do Google Shopping e do Android, a UE mantém uma terceira queda de braço com a companhia por abuso de posição dominante, referente a seu sistema de publicidade AdSense (80% do mercado na Europa). A investigação aberta pode levar a uma nova multa. Os altos pagamentos da empresa para desenvolvedores de aplicativos, aliados a seu estreito relacionamento com milhões de anunciantes, transformaram a Google na maior fonte de receita para muitos apps. Sua loja virtual Play Store é responsável por mais de 90% dos aplicativos baixados em dispositivos com o sistema Android na Europa, destaca a Deutsche Welle. Disputa comercial entre EUA e UE A nova multa europeia contra uma companhia do Vale do Silício pode deteriorar ainda mais a relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já tensas pela disputa comercial e por suas diferenças sobre a Otan, o acordo nuclear iraniano, entre outros pontos. A comissária de defesa da concorrência da UE, Margrethe Vestager, negou que a disputa comercial tenha relação com a decisão da multa contra o Google. Ela disse gostar bastante dos Estados Unidos, rebatendo comentários do presidente norte-americano Donald Trump, de que ela "odeia" os EUA. "O fato é que isso não tem nada a ver como eu me sinto. Nada a ver. Estamos apenas aplciando a lei de defesa da concorrência, fazemos isso no mundo e não fazemos com base em contexto político", afirmou a comissária. Na próxima quarta-feira, o presidente da Comissão, Jean-Claude Juncker, viaja para Washington para tentar desativar o conflito comercial com um presidente americano disposto a aumentar as tarifas sobre os veículos europeus. As cinco maiores multas impostas pela UE Confira abaixo as 5 maiores multas impostas na história da União Europeia (UE) por abuso de posição dominante: 1. Google (2018) - Por aproveitar a posição dominante de seu sistema operacional para smartphones e tablets Android, com o objetivo de favorecer seus próprios aplicativos, como seu motor de busca, a Comissão Europeia sanciona a Google em 4,342 bilhões de euros de multa (cerca de 5,046 bilhões de dólares). 2. Google (2017) - O Executivo comunitário impôs 2,424 bilhões de euros ao Google por favorecer em seu popular buscador seu serviço Google Shopping em detrimento dos rivais. A companhia recorreu da decisão na Justiça europeia em setembro de 2017. No caso de seu comparador de preços Google Shopping, a companhia apresentou uma série de soluções em setembro ainda sob análise de Bruxelas. A decisão judicial pode levar até dois anos para sair, diante da complexidade do caso. 3. Intel (2009) - O fabricante de microprocessadores Intel recebeu uma multa de 1,060 bilhão de euros, depois que a Comissão Europeia o acusou de adotar entre 2002 e 2007 uma estratégia destinada a excluir do mercado seu único real concorrente, a AMD. A Justiça europeia decidiu voltar a examinar o caso em setembro. 4. Qualcomm (2018) - O gigante americano de componentes eletrônicos Qualcomm recebeu em janeiro uma sanção de 997 milhões de euros por ter subornado a Apple para que usasse apenas seus produtos, e não dos concorrentes, em seus aparelhos iPhones e nos oPads. 5. Microsoft (2004) - Em 2004, o grupo de informática Microsoft recebeu uma multa de 497 milhões de euros por se negar a fornecer a documentação técnica completa para seus concorrentes para que eles pudessem conceber programas plenamente compatíveis com o sistema operacional Windows. Também foi acusado de vincular seu leitor multimídia Windows Media Player a esse sistema para superar a concorrência. Por descumprir seus compromissos firmados com o Executivo comunitário, Bruxelas lhe impôs outra multa de 860 milhões de euros em 2008. No total, as sanções impostas à Microsoft pela Comissão chegam a 2 bilhões de euros.



Resultado líquido da empresa foi de R$ 336,6 milhões no segundo trimestre. A fabricante de motores elétricos e tintas industriais Weg teve lucro líquido de R$ 336,6 milhões no segundo trimestre, alta de 23,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, informou a empresa nesta quarta-feira (18). Lucro líquido da Weg sobe para R$ 285 milhões no 1º trimestre O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) subiu 25,6%, para R$ 465,5 milhões. Na divulgação do resultado, que abre a temporada de balanços das empresas brasileiras, a Weg ressaltou o aumento de 34% na receita operacional líquida, para o valor recorde de R$ 3,057 bilhões. "No Brasil, o crescimento foi impulsionado pela melhora da conjuntura econômica e pela maior participação de novos negócios na receita, como por exemplo as usinas de energia solar e a recente aquisição do negócio de turbinas a vapor (TGM)", disse a empresa.
Lucro da Weg sobe 23,7% no 2º trimestre




Órgãos, bancos, consultorias apontam que impactos da paralisação devem se estender além dos dias em que atividade ficou parada; incertezas sobre eleições também pesam. A greve dos caminhoneiros impactou fortemente os indicadores econômicos dos meses de maio e junho. Além dos efeitos nesses meses, as revisões de projeções do crescimento para este ano indicam que os prejuízos da greve à economia devem se estender além dos 21 dias em que os caminhoneiros ficaram parados. Projeções para o PIB antes da greve dos caminhoneiros e agora Fernanda Garrafiel/G1 Um dos órgãos que piorou as expectativas para o crescimento da economia brasileira neste ano citando a greve entre as justificativas foi o Fundo Monetário Internacional (FMI). A projeção em abril para o Produto Interno Bruto (PIB) era de alta de 2,3%. Agora, é de 1,8%. O próprio governo deve revisar as projeções. O ministério da Fazenda também deve reduzir de 2,5% para 1,6% a previsão de alta do PIB, segundo o colunista do G1 Valdo Cruz. O Banco Central já reduziu de 2,6% para 1,6%. Bancos, consultorias e analistas do mercado financeiro também pioraram suas expectativas para o ano, incluindo a greve em suas justificativas. Confiança recua A paralisação veio em um momento em que já havia incertezas sobre a economia. O cenário eleitoral incerto já estava sob as atenções dos empresários e consumidores, e o internacional desfavorável também preocupava (com o aumento da taxa de juros dos Estados Unidos e temores sobre uma guerra comercial). Com a greve, os índices de confiança, que já vinham apresentando sinais de recuo, ampliaram as perdas. “A economia já estava fraca, e a greve veio como a pá de cal”, resume o economista Everton Carneiro, analista da RC Consultores. Analistas apontam que, além dos efeitos dos 21 dias de produção e comércio parados sobre a atividade econômica, a greve também teve impacto sobre a percepção de força do governo. “Essa falta de reação do governo trouxe a sensação de que as instituições podem demorar muito tempo para resolver um problema e nos deixar reféns de uma categoria, como foi o caso”, analisa César Caselani, da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Foi um baque muito grande no governo, o poder de reação foi mínimo”, concorda Carneiro. “O governo já estava fraco e ficou absolutamente debilitado, e isso contribui para colocar as expectativas para baixo”, complementa o economista, apontando que o questionamento que se faz é sobre a capacidade do governo de promover medidas para tentar reequilibrar as contas públicas. Juliana Inhasz, professora de economia do Insper, comenta os efeitos que a greve ainda pode causar, já que a maior parte das medidas que foram prometidas para encerrar a paralisação ainda estão em discussão. "A greve pode ficar ainda mais presente na nossa vida no segundo semestre do que esteve no primeiro", analisa Inhasz. "A tabela de fretes ainda em discussão, o preço do diesel nas refinarias que pode subir muito por conta do tempo represado. Tudo isso pode criar um elemento a mais de incerteza. [Esses fatores] podem fazer com que a gente tenha a sensação de que a greve dos caminhoneiros não foi uma coisa que passou", diz ela. Economia parada Os economistas afirmam que os agentes econômicos – empresários e consumidores – estão em “compasso de espera” para retomar a atividade. “O governo perdeu confiança, e isso atrasa os investimentos. Gente que estava pensando em investir resolveu segurar. No fundo, o que está acontecendo é que todo mundo está esperando a eleição acabar”, diz Carneiro. “Eu acho pouco provável que alguma coisa mude antes das eleições”, concorda o professor Caselani. “Não dá para a gente sonhar com a volta do crescimento sem a volta da confiança dos agentes econômicos. Se eu não melhorar a perspectiva de emprego ou de abrir uma nova empresa, por exemplo, nem consumidores nem empresários vão dar uma guinada em termos positivos.” Homem em meio a caminhões parados em greve no Rio de Janeiro, em foto de arquivo EPA Dados já fechados Além da queda nas projeções para a economia do ano, alguns indicadores já mostram as perdas de diversos setores nos meses afetados pela greve. Um deles é o que mede o desempenho dos serviços, que tem peso importante no PIB. A queda foi de 3,8% no mês em que começou a paralisação. Também em maio, a produção industrial despencou 10,9%, enquanto a produção de veículos no Brasil caiu 15,3%. Já as vendas no comércio recuaram 0,6%, a primeira queda registrada neste ano. Enquanto isso, a inflação voltou a ganhar força. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu para 1,26% em junho, na maior taxa para o mês de junho desde 1995.
Projeções para o PIB do ano pioram após greve dos caminhoneiros

Órgãos, bancos, consultorias apontam que impactos da paralisação devem se estender além dos dias em que atividade ficou parada; incertezas sobre eleições também pesam. A greve dos caminhoneiros impactou fortemente os indicadores econômicos dos meses de maio e junho. Além dos efeitos nesses meses, as revisões de projeções do crescimento para este ano indicam que os prejuízos da greve à economia devem se estender além dos 21 dias em que os caminhoneiros ficaram parados. Projeções para o PIB antes da greve dos caminhoneiros e agora Fernanda Garrafiel/G1 Um dos órgãos que piorou as expectativas para o crescimento da economia brasileira neste ano citando a greve entre as justificativas foi o Fundo Monetário Internacional (FMI). A projeção em abril para o Produto Interno Bruto (PIB) era de alta de 2,3%. Agora, é de 1,8%. O próprio governo deve revisar as projeções. O ministério da Fazenda também deve reduzir de 2,5% para 1,6% a previsão de alta do PIB, segundo o colunista do G1 Valdo Cruz. O Banco Central já reduziu de 2,6% para 1,6%. Bancos, consultorias e analistas do mercado financeiro também pioraram suas expectativas para o ano, incluindo a greve em suas justificativas. Confiança recua A paralisação veio em um momento em que já havia incertezas sobre a economia. O cenário eleitoral incerto já estava sob as atenções dos empresários e consumidores, e o internacional desfavorável também preocupava (com o aumento da taxa de juros dos Estados Unidos e temores sobre uma guerra comercial). Com a greve, os índices de confiança, que já vinham apresentando sinais de recuo, ampliaram as perdas. “A economia já estava fraca, e a greve veio como a pá de cal”, resume o economista Everton Carneiro, analista da RC Consultores. Analistas apontam que, além dos efeitos dos 21 dias de produção e comércio parados sobre a atividade econômica, a greve também teve impacto sobre a percepção de força do governo. “Essa falta de reação do governo trouxe a sensação de que as instituições podem demorar muito tempo para resolver um problema e nos deixar reféns de uma categoria, como foi o caso”, analisa César Caselani, da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Foi um baque muito grande no governo, o poder de reação foi mínimo”, concorda Carneiro. “O governo já estava fraco e ficou absolutamente debilitado, e isso contribui para colocar as expectativas para baixo”, complementa o economista, apontando que o questionamento que se faz é sobre a capacidade do governo de promover medidas para tentar reequilibrar as contas públicas. Juliana Inhasz, professora de economia do Insper, comenta os efeitos que a greve ainda pode causar, já que a maior parte das medidas que foram prometidas para encerrar a paralisação ainda estão em discussão. "A greve pode ficar ainda mais presente na nossa vida no segundo semestre do que esteve no primeiro", analisa Inhasz. "A tabela de fretes ainda em discussão, o preço do diesel nas refinarias que pode subir muito por conta do tempo represado. Tudo isso pode criar um elemento a mais de incerteza. [Esses fatores] podem fazer com que a gente tenha a sensação de que a greve dos caminhoneiros não foi uma coisa que passou", diz ela. Economia parada Os economistas afirmam que os agentes econômicos – empresários e consumidores – estão em “compasso de espera” para retomar a atividade. “O governo perdeu confiança, e isso atrasa os investimentos. Gente que estava pensando em investir resolveu segurar. No fundo, o que está acontecendo é que todo mundo está esperando a eleição acabar”, diz Carneiro. “Eu acho pouco provável que alguma coisa mude antes das eleições”, concorda o professor Caselani. “Não dá para a gente sonhar com a volta do crescimento sem a volta da confiança dos agentes econômicos. Se eu não melhorar a perspectiva de emprego ou de abrir uma nova empresa, por exemplo, nem consumidores nem empresários vão dar uma guinada em termos positivos.” Homem em meio a caminhões parados em greve no Rio de Janeiro, em foto de arquivo EPA Dados já fechados Além da queda nas projeções para a economia do ano, alguns indicadores já mostram as perdas de diversos setores nos meses afetados pela greve. Um deles é o que mede o desempenho dos serviços, que tem peso importante no PIB. A queda foi de 3,8% no mês em que começou a paralisação. Também em maio, a produção industrial despencou 10,9%, enquanto a produção de veículos no Brasil caiu 15,3%. Já as vendas no comércio recuaram 0,6%, a primeira queda registrada neste ano. Enquanto isso, a inflação voltou a ganhar força. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu para 1,26% em junho, na maior taxa para o mês de junho desde 1995.




Recesso começa oficialmente nesta quarta (18) e vai até o próximo dia 31. Câmara e Senado deverão fazer 'esforço concentrado' em algumas semanas do segundo semestre para votação de projetos. Sessão do Congresso na quarta-feira (11) da semana passada, a última deliberativa antes do recesso de meio de ano Luis Macedo / Câmara dos Deputados Após o recesso parlamentar que se inicia nesta quarta-feira (18), a Câmara dos Deputados e o Senado vão reduzir o número de sessões de votação no segundo semestre porque deputados e senadores vão se dedicar à campanha eleitoral nos estados. Deputados condenados integrarão comissão de plantão do Congresso no recesso O recesso do Congresso Nacional começa oficialmente nesta quarta e vai até o próximo dia 31, mas, na prática, a última sessão deliberativa foi na quarta-feira da semana passada. O cronograma de votações nos plenários de Câmara e Senado no segundo semestre ainda não foi divulgado. Mas um calendário prévio já foi enviado às assessorias parlamentares. Na Câmara, por exemplo, as sessões do chamado "esforço concentrado" para votações podem ser marcadas para as seguintes datas: 7 e 8 de agosto; 13 e 14 de agosto; 4 e 5 de setembro. As datas só devem ser confirmadas oficialmente numa reunião de líderes que ainda será convocada após o recesso. Normalmente, as sessões do "esforço concentrado" são convocadas com efeito administrativo, ou seja, o deputado que faltar terá desconto no salário. No Senado, o presidente da Casa, Eunício Oliveira (MDB-CE), pretende fazer votações em duas semanas de agosto (a segunda e a última) e em pelo menos uma semana de setembro, o que ainda não foi definido. Congresso derruba proibição de reajuste de salários de servidores no ano que vem Senado Segundo Eunício Oliveira, no segundo semestre, a ideia é evitar a análise de projetos que gerem mais despesas ao cofres públicos. Isso porque, antes do recesso, o Congresso aprovou propostas que diminuem a arrecadação do governo e aumentam gastos (relembre no vídeo acima). É o caso da medida provisória que concede anistia a caminhoneiros multados durante a greve e da proposta que aumenta o piso salarial de agentes comunitários de saúde e de agentes de combate a endemias. No entanto, propostas polêmicas podem entrar na pauta do Senado, entre as quais: Projeto que aumenta a multa para quem desiste da compra de um imóvel na planta; Proposta que viabiliza a venda de seis distribuidoras de energia controladas pela Eletrobras (o texto já foi aprovado pela Câmara, que incluiu na proposta isenção do pagamento de conta de luz para famílias de baixa renda); Permissão para a Petrobras transferir, a outras empresas, até 70% dos direitos de exploração de 5 bilhões de barris de petróleo, através do chamado "acordo de cessão onerosa"; Marco regulatório para o transporte rodoviário de cargas. Plenário da Câmara dos Deputados Jonas Pereira/Agência Senado Câmara Um dos vice-líderes do governo, o deputado Beto Mansur (MDB-SP) afirma que a escala de trabalho diferenciada depois do recesso permitirá aos deputados ficarem na base eleitoral para fazer campanha, mas, segundo ele, se convocados, estarão na Câmara. "Depois do recesso e, logicamente, depois do período eleitoral, estaremos presentes no Congresso. Com certeza, estaremos aqui trabalhando", afirmou. Segundo ele, caberá ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) pautar o plenário, mas a expectativa é que sejam priorizadas as votações de medidas provisórias. Esse tipo de texto é editado pelo governo federal, entra imediatamente em vigor, mas precisa ser votado pelo Congresso em até 120 dias para virar uma lei em definitivo. Entre as medidas provisórias pendentes de análise estão: MP que viabiliza desconto no preço do óleo diesel; MP que assegura a isenção da cobrança de pedágio sobre os eixos suspensos de caminhões; MP que cria o programa Rota 2030, que dá incentivos a montadoras de veículos. Para o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), contudo, os deputados devem evitar temas polêmicos, priorizando projetos de autoria dos parlamentares. "No período pré-eleitoral é praxe negativa da Casa não entrar em matéria polêmica. O presidente Rodrigo Maia vai nos convocar e vamos estabelecer a pauta prioritária, que tende a ser projetos dos próprios parlamentares", afirmou. Com isso, a expectativa é que projetos polêmicos que ficaram pendentes no primeiro semestre não sejam votados. É o caso da proposta que altera as regras do Cadastro Positivo e o que estabelece critérios para a criação de municípios. *Colaborou João Cláudio Netto, da TV Globo, em Brasília
Começa recesso parlamentar de julho; semestre será de Congresso esvaziado devido à campanha eleitoral

Recesso começa oficialmente nesta quarta (18) e vai até o próximo dia 31. Câmara e Senado deverão fazer 'esforço concentrado' em algumas semanas do segundo semestre para votação de projetos. Sessão do Congresso na quarta-feira (11) da semana passada, a última deliberativa antes do recesso de meio de ano Luis Macedo / Câmara dos Deputados Após o recesso parlamentar que se inicia nesta quarta-feira (18), a Câmara dos Deputados e o Senado vão reduzir o número de sessões de votação no segundo semestre porque deputados e senadores vão se dedicar à campanha eleitoral nos estados. Deputados condenados integrarão comissão de plantão do Congresso no recesso O recesso do Congresso Nacional começa oficialmente nesta quarta e vai até o próximo dia 31, mas, na prática, a última sessão deliberativa foi na quarta-feira da semana passada. O cronograma de votações nos plenários de Câmara e Senado no segundo semestre ainda não foi divulgado. Mas um calendário prévio já foi enviado às assessorias parlamentares. Na Câmara, por exemplo, as sessões do chamado "esforço concentrado" para votações podem ser marcadas para as seguintes datas: 7 e 8 de agosto; 13 e 14 de agosto; 4 e 5 de setembro. As datas só devem ser confirmadas oficialmente numa reunião de líderes que ainda será convocada após o recesso. Normalmente, as sessões do "esforço concentrado" são convocadas com efeito administrativo, ou seja, o deputado que faltar terá desconto no salário. No Senado, o presidente da Casa, Eunício Oliveira (MDB-CE), pretende fazer votações em duas semanas de agosto (a segunda e a última) e em pelo menos uma semana de setembro, o que ainda não foi definido. Congresso derruba proibição de reajuste de salários de servidores no ano que vem Senado Segundo Eunício Oliveira, no segundo semestre, a ideia é evitar a análise de projetos que gerem mais despesas ao cofres públicos. Isso porque, antes do recesso, o Congresso aprovou propostas que diminuem a arrecadação do governo e aumentam gastos (relembre no vídeo acima). É o caso da medida provisória que concede anistia a caminhoneiros multados durante a greve e da proposta que aumenta o piso salarial de agentes comunitários de saúde e de agentes de combate a endemias. No entanto, propostas polêmicas podem entrar na pauta do Senado, entre as quais: Projeto que aumenta a multa para quem desiste da compra de um imóvel na planta; Proposta que viabiliza a venda de seis distribuidoras de energia controladas pela Eletrobras (o texto já foi aprovado pela Câmara, que incluiu na proposta isenção do pagamento de conta de luz para famílias de baixa renda); Permissão para a Petrobras transferir, a outras empresas, até 70% dos direitos de exploração de 5 bilhões de barris de petróleo, através do chamado "acordo de cessão onerosa"; Marco regulatório para o transporte rodoviário de cargas. Plenário da Câmara dos Deputados Jonas Pereira/Agência Senado Câmara Um dos vice-líderes do governo, o deputado Beto Mansur (MDB-SP) afirma que a escala de trabalho diferenciada depois do recesso permitirá aos deputados ficarem na base eleitoral para fazer campanha, mas, segundo ele, se convocados, estarão na Câmara. "Depois do recesso e, logicamente, depois do período eleitoral, estaremos presentes no Congresso. Com certeza, estaremos aqui trabalhando", afirmou. Segundo ele, caberá ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) pautar o plenário, mas a expectativa é que sejam priorizadas as votações de medidas provisórias. Esse tipo de texto é editado pelo governo federal, entra imediatamente em vigor, mas precisa ser votado pelo Congresso em até 120 dias para virar uma lei em definitivo. Entre as medidas provisórias pendentes de análise estão: MP que viabiliza desconto no preço do óleo diesel; MP que assegura a isenção da cobrança de pedágio sobre os eixos suspensos de caminhões; MP que cria o programa Rota 2030, que dá incentivos a montadoras de veículos. Para o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), contudo, os deputados devem evitar temas polêmicos, priorizando projetos de autoria dos parlamentares. "No período pré-eleitoral é praxe negativa da Casa não entrar em matéria polêmica. O presidente Rodrigo Maia vai nos convocar e vamos estabelecer a pauta prioritária, que tende a ser projetos dos próprios parlamentares", afirmou. Com isso, a expectativa é que projetos polêmicos que ficaram pendentes no primeiro semestre não sejam votados. É o caso da proposta que altera as regras do Cadastro Positivo e o que estabelece critérios para a criação de municípios. *Colaborou João Cláudio Netto, da TV Globo, em Brasília




Interessados devem comparecer à unidade nesta quarta-feira (18), levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Interessados devem comparecer à unidade localizada no prédio da Hortofácil em Hortolândia (SP) Reginaldo Prado/Divulgação O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Hortolândia (SP) oferece 62 vagas de emprego em diversas àreas de atuação. Os salários divulgados vão até R$ 2 mil. Os interessados devem comparecer nesta quarta-feira (18) à unidade, que fica no prédio Hortofácil, localizado na Rua Argolino de Moraes, nº405, no Jardim São Francisco. O atendimento funciona das 8h às 17h. É necessário levar RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Oportunidades Técnico de enfermagem - 20 vagas Auxiliar de enfermagem - 20 vagas Instalador de equipamentos de comunicação - 18 vagas Mecânico de manutenção de ar-condicionado - 1 vaga Mecânico de manutenção de máquinas de costura - 1 vaga Vendedor interno - 1 vaga Costureira - 1 vaga Requisitos As vagas de técnico de enfermagem exigem o ensino técnico completo e o Conselho Regional de Enfermagem (Coren) ativo. Já para função de auxiliar de enfermagem é necessário ter concluído o ensino médio e possuir o Coren ativo. Ambas são para trabalhar com o atendimento de pacientes em suas residências, no modo 12 X 36 horas. As remunerações não foram informadas. Para a função de instalador de equipamentos de comunicação, o candidato deverá ter o ensino médio completo e a CNH na categoria 'B'. O funcionário irá trabalhar com a instalação e manutenção de TV a cabo. O salário é de R$ 979,26, mais 30% de periculosidade e a comissão, que pode variar de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil. O candidato à vaga de mecânico de manutenção de ar-condicionado deve ter o ensino fundamental completo, experiência na área, conhecimento em shiller fancoi e possuir CNH na categoria 'B'. O salário é de R$ 2 mil. Para a vaga de mecânico de manutenção de máquinas de costura, o interessado precisa ter o ensino médio completo, experiência na àrea e possuir CNH na categoria 'B'. O salário não foi informado. O interessado à vaga de vendedor interno deverá ter concluído o ensino médio e ter experiência em vendas de vestuário e operação de caixa. O salário é de R$1,2 mil. Para a vaga de costureira, os candidatos deverão ter concluído o ensino fundamental e ter experiência nas máquinas de reta, overlock e galoneira. O funcionário também ficará responsável pelo atendimento ao cliente, pela elaboração de orçamentos e a organização de produtos. A remuneração é de R$ 1.500. Serviço PAT Hortolândia oferece 62 oportunidades de emprego Onde: Prédio Hortofácil - Rua Argolino de Moraes, nº405, no Jardim São Francisco. Quando: Quarta (18), das 8h às 17h Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas
PAT Hortolândia oferece 62 vagas de emprego; salários chegam a R$ 2 mil

Interessados devem comparecer à unidade nesta quarta-feira (18), levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Interessados devem comparecer à unidade localizada no prédio da Hortofácil em Hortolândia (SP) Reginaldo Prado/Divulgação O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Hortolândia (SP) oferece 62 vagas de emprego em diversas àreas de atuação. Os salários divulgados vão até R$ 2 mil. Os interessados devem comparecer nesta quarta-feira (18) à unidade, que fica no prédio Hortofácil, localizado na Rua Argolino de Moraes, nº405, no Jardim São Francisco. O atendimento funciona das 8h às 17h. É necessário levar RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Oportunidades Técnico de enfermagem - 20 vagas Auxiliar de enfermagem - 20 vagas Instalador de equipamentos de comunicação - 18 vagas Mecânico de manutenção de ar-condicionado - 1 vaga Mecânico de manutenção de máquinas de costura - 1 vaga Vendedor interno - 1 vaga Costureira - 1 vaga Requisitos As vagas de técnico de enfermagem exigem o ensino técnico completo e o Conselho Regional de Enfermagem (Coren) ativo. Já para função de auxiliar de enfermagem é necessário ter concluído o ensino médio e possuir o Coren ativo. Ambas são para trabalhar com o atendimento de pacientes em suas residências, no modo 12 X 36 horas. As remunerações não foram informadas. Para a função de instalador de equipamentos de comunicação, o candidato deverá ter o ensino médio completo e a CNH na categoria 'B'. O funcionário irá trabalhar com a instalação e manutenção de TV a cabo. O salário é de R$ 979,26, mais 30% de periculosidade e a comissão, que pode variar de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil. O candidato à vaga de mecânico de manutenção de ar-condicionado deve ter o ensino fundamental completo, experiência na área, conhecimento em shiller fancoi e possuir CNH na categoria 'B'. O salário é de R$ 2 mil. Para a vaga de mecânico de manutenção de máquinas de costura, o interessado precisa ter o ensino médio completo, experiência na àrea e possuir CNH na categoria 'B'. O salário não foi informado. O interessado à vaga de vendedor interno deverá ter concluído o ensino médio e ter experiência em vendas de vestuário e operação de caixa. O salário é de R$1,2 mil. Para a vaga de costureira, os candidatos deverão ter concluído o ensino fundamental e ter experiência nas máquinas de reta, overlock e galoneira. O funcionário também ficará responsável pelo atendimento ao cliente, pela elaboração de orçamentos e a organização de produtos. A remuneração é de R$ 1.500. Serviço PAT Hortolândia oferece 62 oportunidades de emprego Onde: Prédio Hortofácil - Rua Argolino de Moraes, nº405, no Jardim São Francisco. Quando: Quarta (18), das 8h às 17h Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas



Entre os motivos apontados está o aumento do endividamento das empresas. O número de pedidos de recuperação judicial no Brasil cresceu 10% no primeiro semestre em comparação com o mesmo período de 2017, segundo dados divulgados pela Serasa. Entre os meses de janeiro e junho de 2018, 753 empresas entraram com pedido de recuperação judicial, contra 685 casos registrados no ano passado. É o segundo maior número para esse período, ficando atrás apenas do registro de 2016, quando 923 empresas entraram com pedido de recuperação judicial perante a justiça brasileira. Segundo a Serasa, entre os fatores que levam uma empresa a entrar com pedido de recuperação judicial estão a diminuição de seu fluxo de caixa e aumento de seu endividamento.
Pedidos de recuperação judicial sobem 10% no 1º semestre, diz Serasa



Implementação do acordo continua dependendo de aprovação pelos acionistas. A International Meal Company Alimentação (IMC), dona das redes de restaurantes Viena e Frango Assado, informou na segunda-feira (16) que a Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, o acordo para a combinação de negócios com a companhia de refeições coletivas Sapore. A implementação do acordo continua dependendo de uma série de fatores, como aprovação pelos acionistas da IMC, em assembleia geral extraordinária, além do decurso do prazo de 15 dias após a publicação da decisão acima referida no Diário Oficial da União (DOU). No mês passado, a IMC e a Sapore, ambas de capital nacional, anunciaram um acordo para unir suas operações. A parceria prevê que os acionistas da Sapore se tornem titulares de ações de emissão da IMC, correspondentes a 41,79% de seu capital social ao final da operação. O grupo Sapore fará uma oferta pública pelo papéis, se dispondo a pagar R$ 9,30 a unidade, valor que representa um prêmio de 20,4% pelas ações da IMC. Conselho da dona das redes Viena e Frango Assado aprova acordo com a Sapore Uma vez implementada, a fusão irá resultar em uma companhia líder na América Latina com faturamento superior a R$ 3 bilhões e operações complementares nos segmentos de serviços e varejo de alimentos, contando com mais de 1,4 mil pontos de vendas distribuídos em cinco países e com mais de 25 mil funcionários.
Cade aprova união de Sapore com dona do Viena sem restrições




O balanço do segundo trimestre da Vale deve ser publicado em 25 de julho. A mineradora Vale informou nesta terça-feira (17) que fará provisão adicional de R$ 1,5 bilhão no balanço do segundo trimestre referente a obrigações pelo rompimento de uma barragem da mineradora Samarco em novembro de 2015 em Mariana (MG). "A Vale reafirma seu comprometimento com a reparação e compensação dos impactos do rompimento da barragem da Samarco, assegurando provisão adicional para programas gerenciados pela Fundação Renova", disse a empresa em comunicado. A Fundação Renova é uma instituição independente criada para reparar danos causados pelo rompimento da barragem, que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o rio Doce, desde a cidade de Mariana, em Minas Gerais, até o litoral do Estado do Espírito Santo. O montante, segundo a Vale, será reconhecido "nas suas demonstrações contábeis intermediárias de 30 de junho de 2018, que totalizam o valor presente das estimativas da sua responsabilidade secundária no suporte aos trabalhos da Fundação Renova, e são equivalentes a 50% das obrigações adicionais da Samarco pelos próximos 12 anos". De acordo com a mineradora, a provisão inicial de R$ 3,7 bilhões, feita no segundo trimestre de 2016, foi baseada nas estimativas preliminares do custo total dos 42 programas a serem implementados pela Fundação Renova, de acordo com o primeiro acordo com autoridades, em março de 2016. "A Fundação Renova foi posteriormente estabelecida em 30 de junho de 2016 e, após substancial progresso no desenvolvimento e execução dos programas, as estimativas foram revisadas e os dispêndios desses programas atualizados", afirmou. O balanço do segundo trimestre da Vale deve ser publicado em 25 de julho. Vista aérea do distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco Ricardo Moraes/Reuters
Vale fará provisão adicional de R$ 1,5 bilhão no balanço do 2º trimestre referente ao caso Samarco

O balanço do segundo trimestre da Vale deve ser publicado em 25 de julho. A mineradora Vale informou nesta terça-feira (17) que fará provisão adicional de R$ 1,5 bilhão no balanço do segundo trimestre referente a obrigações pelo rompimento de uma barragem da mineradora Samarco em novembro de 2015 em Mariana (MG). "A Vale reafirma seu comprometimento com a reparação e compensação dos impactos do rompimento da barragem da Samarco, assegurando provisão adicional para programas gerenciados pela Fundação Renova", disse a empresa em comunicado. A Fundação Renova é uma instituição independente criada para reparar danos causados pelo rompimento da barragem, que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o rio Doce, desde a cidade de Mariana, em Minas Gerais, até o litoral do Estado do Espírito Santo. O montante, segundo a Vale, será reconhecido "nas suas demonstrações contábeis intermediárias de 30 de junho de 2018, que totalizam o valor presente das estimativas da sua responsabilidade secundária no suporte aos trabalhos da Fundação Renova, e são equivalentes a 50% das obrigações adicionais da Samarco pelos próximos 12 anos". De acordo com a mineradora, a provisão inicial de R$ 3,7 bilhões, feita no segundo trimestre de 2016, foi baseada nas estimativas preliminares do custo total dos 42 programas a serem implementados pela Fundação Renova, de acordo com o primeiro acordo com autoridades, em março de 2016. "A Fundação Renova foi posteriormente estabelecida em 30 de junho de 2016 e, após substancial progresso no desenvolvimento e execução dos programas, as estimativas foram revisadas e os dispêndios desses programas atualizados", afirmou. O balanço do segundo trimestre da Vale deve ser publicado em 25 de julho. Vista aérea do distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco Ricardo Moraes/Reuters




A decisão do desembargador veio após a União pedir a suspensão da liminar. O presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), desembargador federal André Fontes, suspendeu nesta terça-feira (17) a liminar que impedia o leilão de seis distribuidoras de energia elétrica subsidiárias da Eletrobras. O leilão das distribuidoras foi suspenso pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por determinação da 19ª Vara Federal do Rio de Janeiro. A suspensão foi feita em ação ajuizada pela Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL). A decisão de Fontes veio após a União pedir a suspensão da liminar. O desembargador levou em conta a alegação do governo sobre a situação financeira das distribuidoras. Segundo a União, a venda seria “essencial para garantir a sustentabilidade da Eletrobras, sobretudo, diante do cenário de crise fiscal da União". Advocacia Geral da União (AGU) havia anunciado na última sexta-feira (13) que recorreria da decisão que suspendeu o leilão. O órgão disse ainda ter argumentado que a autorização para o leilão "já foi dada por diversos dispositivos legais", acrescentando que o Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval ao leilão. A Eletrobras quer colocar seis distribuidoras à venda: Amazonas Distribuidora de Energia Boa Vista Energia Centrais Elétricas de Rondônia Companhia de Eletricidade do Acre Companhia Energética de Alagoas Companhia de Energia do Piauí Segundo a AGU, as seis distribuidoras acumularam prejuízo de R$ 4,5 bilhões no ano passado, de modo que as operações têm sido mantidas com ajuda da Reserva Global de Reversão (RGR). Sede da Eletrobras no Rio Reuters Discussão no Congresso Atualmente tramita no Congresso Nacional uma medida provisória (MP) editada pelo presidente Michel Temer para viabilizar a venda das seis distribuidoras de energia. Por se tratar de MP, a medida já está em vigor desde a publicação, mas, para se tornar uma lei em definitivo, ainda precisa ser aprovada pelo Senado e sancionada por Temer. A MP foi aprovada pela Câmara dos Deputados no início de julho, mas ainda precisa ser analisada pelo Senado.
TRF-2 suspende liminar que impedia o leilão das distribuidoras subsidiárias da Eletrobras

A decisão do desembargador veio após a União pedir a suspensão da liminar. O presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), desembargador federal André Fontes, suspendeu nesta terça-feira (17) a liminar que impedia o leilão de seis distribuidoras de energia elétrica subsidiárias da Eletrobras. O leilão das distribuidoras foi suspenso pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por determinação da 19ª Vara Federal do Rio de Janeiro. A suspensão foi feita em ação ajuizada pela Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL). A decisão de Fontes veio após a União pedir a suspensão da liminar. O desembargador levou em conta a alegação do governo sobre a situação financeira das distribuidoras. Segundo a União, a venda seria “essencial para garantir a sustentabilidade da Eletrobras, sobretudo, diante do cenário de crise fiscal da União". Advocacia Geral da União (AGU) havia anunciado na última sexta-feira (13) que recorreria da decisão que suspendeu o leilão. O órgão disse ainda ter argumentado que a autorização para o leilão "já foi dada por diversos dispositivos legais", acrescentando que o Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval ao leilão. A Eletrobras quer colocar seis distribuidoras à venda: Amazonas Distribuidora de Energia Boa Vista Energia Centrais Elétricas de Rondônia Companhia de Eletricidade do Acre Companhia Energética de Alagoas Companhia de Energia do Piauí Segundo a AGU, as seis distribuidoras acumularam prejuízo de R$ 4,5 bilhões no ano passado, de modo que as operações têm sido mantidas com ajuda da Reserva Global de Reversão (RGR). Sede da Eletrobras no Rio Reuters Discussão no Congresso Atualmente tramita no Congresso Nacional uma medida provisória (MP) editada pelo presidente Michel Temer para viabilizar a venda das seis distribuidoras de energia. Por se tratar de MP, a medida já está em vigor desde a publicação, mas, para se tornar uma lei em definitivo, ainda precisa ser aprovada pelo Senado e sancionada por Temer. A MP foi aprovada pela Câmara dos Deputados no início de julho, mas ainda precisa ser analisada pelo Senado.




Em junho, recuo foi de mais de 15% na comparação com o ano passado. A produção de petróleo da Petrobras na Bacia de Campos caiu 1,4% em junho ante maio, a 1,042 milhão de barris por dia (bpd), menor nível desde outubro de 2001, em meio ao declínio de uma grande quantidade de campos maduros, apontaram dados da petroleira estatal. Em relação ao mesmo mês de 2017, a produção da empresa na Bacia de Campos em junho recuou 15,8%, o que colaborou para uma redução no bombeamento total da companhia no segundo trimestre. Bacia de Campos Divulgação Em abril, maio e junho, a produção em Campos ficou abaixo de 1,1 milhão de barris/dia, o que não ocorria por três meses seguidos também desde 2001, ainda que a Petrobras já venha lidando há algum tempo com a produção menor na bacia. O contínuo declínio da extração na região que responde por cerca de metade da produção de petróleo da Petrobras, em áreas no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, tem neutralizado os efeitos da entrada de novas plataformas produtoras no pré-sal da Bacia de Santos, segundo cálculos do Goldman Sachs. "Destacamos que as taxas de declínio na Bacia de Campos continuam a atingir níveis elevados de 167,4 mil barris de óleo equivalente/dia (boe/d) (excluindo a venda de Roncador), mais do que compensando o aumento de 103,7 mil boe/d de novas unidades na Bacia de Santos (excluindo as paradas de manutenção)", disse o Goldman. A empresa concluiu a venda de fatia de 25% de Roncador para a petroleira Equinor (ex-Statoil), em 14 de junho, em um negócio de US$ 2,9 bilhões. A parceria da brasileira com a norueguesa também incluiu medidas para elevar o fator de recuperação de Roncador, potencialmente atenuando no futuro o declínio natural de produção da área. A Petrobras tem outros esforços paralelos para melhor aproveitamento do petróleo de Campos. A Bacia de Campos teve os primeiros campos com volume comercial descobertos em 1974. Ali também foi descoberto o primeiro campo gigante em águas profundas do país, o de Albacora, em 1984. No entanto, analistas acreditam que a entrada em operação de novas plataformas ainda neste ano deverá melhorar o cenário para a Petrobras. Produção trimestral e meta A produção total de petróleo da empresa no Brasil caiu em junho pelo segundo mês consecutivo, com recuo de 1,5% ante maio, para uma média de 2,03 milhões de bpd, informou a Petrobras na noite de segunda-feira. Na comparação com junho de 2017, houve uma queda de 7%. "Temos uma avaliação negativa dos dados de produção da Petrobras de junho, pois estimamos que a produção doméstica de petróleo teria caído 3,5%, mesmo excluindo os impactos das paradas de manutenção no FPSO Cidade de Paraty e a conclusão da venda da participação de 25% no campo de Roncador", disse o Goldman. Conforme a estatal, o desempenho de junho foi principalmente devido à parada para manutenção do FPSO Cidade de Paraty, localizado no campo de Lula no pré-sal da Bacia de Santos, e à cessão de 25% da participação do campo de Roncador para a Equinor, concluída em 14 de junho. A corretora Guide Investimentos apontou que o resultado em junho foi marginalmente negativo: "O volume veio ligeiramente abaixo do resultado do mês anterior, e marginalmente inferior à meta estabelecida para este ano". No segundo trimestre, a média da produção de petróleo no Brasil atingiu 2,063 milhões de bpd, queda de 1,1% ante o primeiro trimestre e redução de 4,5% ante o mesmo período de 2017. No primeiro semestre, a média de produção de petróleo no Brasil foi de 2,074 milhões de bpd. A meta da empresa é produzir no Brasil 2,1 milhões de bpd em 2018. Considerando a produção de petróleo e gás da empresa, no Brasil e no exterior, o volume chegou a 2,66 milhões de boe/d, recuo de cerca de 4 ante o mesmo período de 2017. Analistas, contudo, acreditam em um aumento da produção ao longo do ano. A empresa já colocou em operação duas novas plataformas neste ano e previa outras cinco. No entanto, recentemente apontou que uma delas poderá ficar para 2019. "Adiante, esperamos que a produção total da Petrobras aumente à medida que novos sistemas entrem em produção", disse o JP Morgan, em relatório a clientes.
Produção da Petrobras em Campos acentua queda e tem menor nível em quase 17 anos

Em junho, recuo foi de mais de 15% na comparação com o ano passado. A produção de petróleo da Petrobras na Bacia de Campos caiu 1,4% em junho ante maio, a 1,042 milhão de barris por dia (bpd), menor nível desde outubro de 2001, em meio ao declínio de uma grande quantidade de campos maduros, apontaram dados da petroleira estatal. Em relação ao mesmo mês de 2017, a produção da empresa na Bacia de Campos em junho recuou 15,8%, o que colaborou para uma redução no bombeamento total da companhia no segundo trimestre. Bacia de Campos Divulgação Em abril, maio e junho, a produção em Campos ficou abaixo de 1,1 milhão de barris/dia, o que não ocorria por três meses seguidos também desde 2001, ainda que a Petrobras já venha lidando há algum tempo com a produção menor na bacia. O contínuo declínio da extração na região que responde por cerca de metade da produção de petróleo da Petrobras, em áreas no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, tem neutralizado os efeitos da entrada de novas plataformas produtoras no pré-sal da Bacia de Santos, segundo cálculos do Goldman Sachs. "Destacamos que as taxas de declínio na Bacia de Campos continuam a atingir níveis elevados de 167,4 mil barris de óleo equivalente/dia (boe/d) (excluindo a venda de Roncador), mais do que compensando o aumento de 103,7 mil boe/d de novas unidades na Bacia de Santos (excluindo as paradas de manutenção)", disse o Goldman. A empresa concluiu a venda de fatia de 25% de Roncador para a petroleira Equinor (ex-Statoil), em 14 de junho, em um negócio de US$ 2,9 bilhões. A parceria da brasileira com a norueguesa também incluiu medidas para elevar o fator de recuperação de Roncador, potencialmente atenuando no futuro o declínio natural de produção da área. A Petrobras tem outros esforços paralelos para melhor aproveitamento do petróleo de Campos. A Bacia de Campos teve os primeiros campos com volume comercial descobertos em 1974. Ali também foi descoberto o primeiro campo gigante em águas profundas do país, o de Albacora, em 1984. No entanto, analistas acreditam que a entrada em operação de novas plataformas ainda neste ano deverá melhorar o cenário para a Petrobras. Produção trimestral e meta A produção total de petróleo da empresa no Brasil caiu em junho pelo segundo mês consecutivo, com recuo de 1,5% ante maio, para uma média de 2,03 milhões de bpd, informou a Petrobras na noite de segunda-feira. Na comparação com junho de 2017, houve uma queda de 7%. "Temos uma avaliação negativa dos dados de produção da Petrobras de junho, pois estimamos que a produção doméstica de petróleo teria caído 3,5%, mesmo excluindo os impactos das paradas de manutenção no FPSO Cidade de Paraty e a conclusão da venda da participação de 25% no campo de Roncador", disse o Goldman. Conforme a estatal, o desempenho de junho foi principalmente devido à parada para manutenção do FPSO Cidade de Paraty, localizado no campo de Lula no pré-sal da Bacia de Santos, e à cessão de 25% da participação do campo de Roncador para a Equinor, concluída em 14 de junho. A corretora Guide Investimentos apontou que o resultado em junho foi marginalmente negativo: "O volume veio ligeiramente abaixo do resultado do mês anterior, e marginalmente inferior à meta estabelecida para este ano". No segundo trimestre, a média da produção de petróleo no Brasil atingiu 2,063 milhões de bpd, queda de 1,1% ante o primeiro trimestre e redução de 4,5% ante o mesmo período de 2017. No primeiro semestre, a média de produção de petróleo no Brasil foi de 2,074 milhões de bpd. A meta da empresa é produzir no Brasil 2,1 milhões de bpd em 2018. Considerando a produção de petróleo e gás da empresa, no Brasil e no exterior, o volume chegou a 2,66 milhões de boe/d, recuo de cerca de 4 ante o mesmo período de 2017. Analistas, contudo, acreditam em um aumento da produção ao longo do ano. A empresa já colocou em operação duas novas plataformas neste ano e previa outras cinco. No entanto, recentemente apontou que uma delas poderá ficar para 2019. "Adiante, esperamos que a produção total da Petrobras aumente à medida que novos sistemas entrem em produção", disse o JP Morgan, em relatório a clientes.




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Empresa vai suspender os contratos de trabalho por até cinco meses e reduzir em 175 o número de posições de terceirizados. A Mineração Paragominas, da norueguesa Norsk Hydro, vai suspender os contratos de trabalho de 80 empregados por até cinco meses, a partir de 20 de julho, e reduzir em 175 o número de posições de terceirizados na mina ao longo das próximas semanas, informou a companhia em nota nesta terça-feira (17). A medida ocorre devido ao embargo parcial de operações da refinaria Hydro Alunorte, que processa a bauxita de Paragominas, desde fevereiro, depois de acusações de que a empresa teria contaminado rios e floresta da Amazônia com produtos utilizados na planta, como soda cáustica e metais pesados. A Alunorte reconheceu o despejo ilegal de efluentes da refinaria, mas nega que tenha contaminado o meio ambiente com os produtos nocivos. Hydro Alunorte em Barcarena Pará Tarso Sarraf / O Liberal Com a paralisação parcial das operações da Alunorte em Barcarena, a Mineração Paragominas vem operando, desde março, com 50% de sua capacidade, frisou a Hydro, explicando que o recurso de conceder férias coletivas tem sido usado para mitigar a redução da produção e das atividades na mina. "Após o uso de férias coletivas, foi necessário recorrer à suspensão dos contratos de trabalho, que foi aprovada em assembleia do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Extrativistas do Amapá e Pará (STIEAPA), com o objetivo de manter os empregos a longo prazo", disse a empresa. A Hydro ressaltou que a suspensão temporária do contrato de trabalho respeita o acordo coletivo com os empregados da Mineração Paragominas.
Paragominas suspende contratos de trabalho de 80 empregados no Pará, diz Hydro

Empresa vai suspender os contratos de trabalho por até cinco meses e reduzir em 175 o número de posições de terceirizados. A Mineração Paragominas, da norueguesa Norsk Hydro, vai suspender os contratos de trabalho de 80 empregados por até cinco meses, a partir de 20 de julho, e reduzir em 175 o número de posições de terceirizados na mina ao longo das próximas semanas, informou a companhia em nota nesta terça-feira (17). A medida ocorre devido ao embargo parcial de operações da refinaria Hydro Alunorte, que processa a bauxita de Paragominas, desde fevereiro, depois de acusações de que a empresa teria contaminado rios e floresta da Amazônia com produtos utilizados na planta, como soda cáustica e metais pesados. A Alunorte reconheceu o despejo ilegal de efluentes da refinaria, mas nega que tenha contaminado o meio ambiente com os produtos nocivos. Hydro Alunorte em Barcarena Pará Tarso Sarraf / O Liberal Com a paralisação parcial das operações da Alunorte em Barcarena, a Mineração Paragominas vem operando, desde março, com 50% de sua capacidade, frisou a Hydro, explicando que o recurso de conceder férias coletivas tem sido usado para mitigar a redução da produção e das atividades na mina. "Após o uso de férias coletivas, foi necessário recorrer à suspensão dos contratos de trabalho, que foi aprovada em assembleia do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Extrativistas do Amapá e Pará (STIEAPA), com o objetivo de manter os empregos a longo prazo", disse a empresa. A Hydro ressaltou que a suspensão temporária do contrato de trabalho respeita o acordo coletivo com os empregados da Mineração Paragominas.




Inflação de junho foi a mais alta para um único mês desde maio de 2016; em 12 meses, avanço é de 29,5%. O índice de preços ao consumidor na Argentina subiu 3,7% em junho e acumula alta de 16% no primeiro semestre de 2018, informou nesta terça-feira o estatal instituto de estatísticas (Indec). Em 12 meses encerrados em junho, o avanço chega a 29,5%. A inflação de junho foi a mais alta para um único mês desde maio de 2016, quando marcou 4,2%. Aposentados participam de protesto contra as políticas econômicas do presidente Mauricio Macri em Buenos Aires AP Photo/Victor R. Caivano O governo do presidente liberal Mauricio Macri tinha estabelecido sua meta de inflação inicialmente em 10% para 2018, mas em dezembro aumentou para 15%. A Argentina assinou, no mês passado, um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para um empréstimo de US$ 50 bilhões em três anos e já recebeu US$ 15 bilhões. Consultorias privadas estimam que a inflação neste ano rondará os 30%.
Inflação na Argentina chega a 3,7% em junho e acumula alta de 16% no semestre

Inflação de junho foi a mais alta para um único mês desde maio de 2016; em 12 meses, avanço é de 29,5%. O índice de preços ao consumidor na Argentina subiu 3,7% em junho e acumula alta de 16% no primeiro semestre de 2018, informou nesta terça-feira o estatal instituto de estatísticas (Indec). Em 12 meses encerrados em junho, o avanço chega a 29,5%. A inflação de junho foi a mais alta para um único mês desde maio de 2016, quando marcou 4,2%. Aposentados participam de protesto contra as políticas econômicas do presidente Mauricio Macri em Buenos Aires AP Photo/Victor R. Caivano O governo do presidente liberal Mauricio Macri tinha estabelecido sua meta de inflação inicialmente em 10% para 2018, mas em dezembro aumentou para 15%. A Argentina assinou, no mês passado, um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para um empréstimo de US$ 50 bilhões em três anos e já recebeu US$ 15 bilhões. Consultorias privadas estimam que a inflação neste ano rondará os 30%.



Alguns usuários reclamam nas redes sociais que não conseguem acessar aplicativos que utilizam serviços da empresa. Um problema com alguns serviços da plataforma em nuvem do Google nesta terça-feira (17) afetou o funcionamento de diversos aplicativos, como Spotify, Snapchat e "Pokémon Go". Alguns usuários, principalmente de língua inglesa, relatam através de redes sociais que não conseguem acessar os apps, que utilizam a plataforma da empresa. Três serviços foram afetados, segundo o painel de controle do Google: Google App Engine Google Cloud Networking Google Cloud Console Segundo a empresa, os problemas foram resolvidos para todos os usuários. "Nós iremos conduzir uma investigação interna deste problema e fazer as melhorias apropriadas em nossos sistemas para ajudar a previnir ou minimizar futuras ocorrências."
Problema em plataforma de serviços em nuvem do Google afeta Spotify, Snapchat e outros apps




Vendas no comércio cresceram 2,2% no mês passado em relação a 2017; em maio, alta registrada foi de 3%. O varejo apurou alta de 2,2% no faturamento deflacionado em junho em relação ao ano anterior — e uma desaceleração em comparação com o avanço registrado em maio deste ano, de 3% —, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) divulgado nesta terça-feira (17). Em abril, a alta havia sido de 2,1%. A desaceleração indica que a greve dos caminhoneiros em maio pode ter afetado o mês seguinte — período que já foi impactado pela queda nas vendas nos dias de jogos do Brasil. O varejo fechou o segundo trimestre com alta de 2,4% sobre o mesmo período de 2017, acima da taxa de 1,7% apurada no primeiro trimestre. De janeiro a junho, o índice avançou 2,1%, ante crescimento de 1,2% no segundo semestre do ano passado. "O mês de junho ainda teve um Dia dos Namorados particularmente forte, o que contribuiu positivamente para o resultado. Entretanto, [isso] não foi o suficiente para compensar o efeito dos jogos do Brasil na Copa do Mundo, que impactaram negativamente o mês em cerca de dois pontos percentuais no ICVA nominal", informou em comunicado Gabriel Mariotto, diretor de Inteligência da Cielo. Vista da Rua 25 de Março um dia após derrota do Brasil na Copa do Mundo Roney Domingos/ G1 O mês de junho teve uma quinta-feira a menos e um sábado a mais, e a ausência do feriado de Corpus Christi, que este ano caiu em maio. Ajustado a estes efeitos de calendário, o mês junho teve alta de 1,1% nas vendas, frente a uma elevação mais forte de 3,1% em maio. Sem o efeito calendário, as vendas nominais avançaram 5,5% em junho. Nos três dias de jogos da Copa do Mundo no Brasil, as vendas do setor recuaram, em média, 25%, com retração superior a 40% em lojas de vestuário, móveis, eletrodomésticos e departamento, apurou a Cielo. Mastercard Já o Indicador de Varejo da Mastercard aponta que as vendas do comércio brasileiro cresceram 0,9% em junho em relação ao ano anterior. Em maio, a elevação havia sido de 0,8% e, em abril, de 0,3%, sobre o respectivo mês de 2017. O índice exclui as vendas de automóveis e materiais de construção. No segundo trimestre, o índice foi positivo, com alta de 2,7% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. De acordo com a análise de César Fukushima, economista-chefe da Mastercard Advisors no Brasil, ainda há um "modesto" volume de vendas no setor e isso está relacionado aos impactos da Copa do Mundo no varejo. "Apesar de datas comemorativas, como o Dia dos Namorados, terem puxado os resultados para cima, o comércio em geral foi prejudicado pelos jogos, o que não foi compensado nos outros dias do mês", afirma, em nota. Cinco setores tiveram crescimento acima do indicador de vendas totais: móveis e eletrodomésticos, supermercados, artigos farmacêuticos, material de construção e artigos de uso pessoal e doméstico. Os setores de combustíveis e vestuário apresentaram performance abaixo da média.
Copa do Mundo faz varejo desacelerar em junho, aponta pesquisa

Vendas no comércio cresceram 2,2% no mês passado em relação a 2017; em maio, alta registrada foi de 3%. O varejo apurou alta de 2,2% no faturamento deflacionado em junho em relação ao ano anterior — e uma desaceleração em comparação com o avanço registrado em maio deste ano, de 3% —, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) divulgado nesta terça-feira (17). Em abril, a alta havia sido de 2,1%. A desaceleração indica que a greve dos caminhoneiros em maio pode ter afetado o mês seguinte — período que já foi impactado pela queda nas vendas nos dias de jogos do Brasil. O varejo fechou o segundo trimestre com alta de 2,4% sobre o mesmo período de 2017, acima da taxa de 1,7% apurada no primeiro trimestre. De janeiro a junho, o índice avançou 2,1%, ante crescimento de 1,2% no segundo semestre do ano passado. "O mês de junho ainda teve um Dia dos Namorados particularmente forte, o que contribuiu positivamente para o resultado. Entretanto, [isso] não foi o suficiente para compensar o efeito dos jogos do Brasil na Copa do Mundo, que impactaram negativamente o mês em cerca de dois pontos percentuais no ICVA nominal", informou em comunicado Gabriel Mariotto, diretor de Inteligência da Cielo. Vista da Rua 25 de Março um dia após derrota do Brasil na Copa do Mundo Roney Domingos/ G1 O mês de junho teve uma quinta-feira a menos e um sábado a mais, e a ausência do feriado de Corpus Christi, que este ano caiu em maio. Ajustado a estes efeitos de calendário, o mês junho teve alta de 1,1% nas vendas, frente a uma elevação mais forte de 3,1% em maio. Sem o efeito calendário, as vendas nominais avançaram 5,5% em junho. Nos três dias de jogos da Copa do Mundo no Brasil, as vendas do setor recuaram, em média, 25%, com retração superior a 40% em lojas de vestuário, móveis, eletrodomésticos e departamento, apurou a Cielo. Mastercard Já o Indicador de Varejo da Mastercard aponta que as vendas do comércio brasileiro cresceram 0,9% em junho em relação ao ano anterior. Em maio, a elevação havia sido de 0,8% e, em abril, de 0,3%, sobre o respectivo mês de 2017. O índice exclui as vendas de automóveis e materiais de construção. No segundo trimestre, o índice foi positivo, com alta de 2,7% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. De acordo com a análise de César Fukushima, economista-chefe da Mastercard Advisors no Brasil, ainda há um "modesto" volume de vendas no setor e isso está relacionado aos impactos da Copa do Mundo no varejo. "Apesar de datas comemorativas, como o Dia dos Namorados, terem puxado os resultados para cima, o comércio em geral foi prejudicado pelos jogos, o que não foi compensado nos outros dias do mês", afirma, em nota. Cinco setores tiveram crescimento acima do indicador de vendas totais: móveis e eletrodomésticos, supermercados, artigos farmacêuticos, material de construção e artigos de uso pessoal e doméstico. Os setores de combustíveis e vestuário apresentaram performance abaixo da média.




Curso de informática é oferecido por multinacional da cidade. Inscrições vão até dia 25. Instituição de Hortolândia está com inscrições abertas para curso profissionalizante. Manu Oristânio Uma multinacional do ramo de informática e tecnologia de Hortolândia (SP) está oferecendo um curso profissionalizante gratuito para jovens e pessoas com deficiência. São 40 vagas e as inscrições poderão ser realizadas até 25 de julho. As vagas são para o curso de informática para o trabalho, com aulas de informática prática, empreendedorismo, atendimento ao cliente e linguagem de programação. As inscrições e as aulas acontecerão na organização Núcleo Vinde a Mim, localizada na Rua do Canário, 308, no Jardim Boa Esperança, em Hortolândia. O início está programado para agosto. Serviço Inscrições para curso "informática para o trabalho" Quando: Inscrições terminam em 25 de julho Onde: Núcleo Vinde a Mim - Rua do Canário, 308 - Jardim Boa Esperança Quanto: Gratuito Veja mais oportunidades no mercado de trabalho da região no G1 Campinas
Curso profissionalizante gratuito abre 40 vagas para jovens e pessoas com deficiência em Hortolândia

Curso de informática é oferecido por multinacional da cidade. Inscrições vão até dia 25. Instituição de Hortolândia está com inscrições abertas para curso profissionalizante. Manu Oristânio Uma multinacional do ramo de informática e tecnologia de Hortolândia (SP) está oferecendo um curso profissionalizante gratuito para jovens e pessoas com deficiência. São 40 vagas e as inscrições poderão ser realizadas até 25 de julho. As vagas são para o curso de informática para o trabalho, com aulas de informática prática, empreendedorismo, atendimento ao cliente e linguagem de programação. As inscrições e as aulas acontecerão na organização Núcleo Vinde a Mim, localizada na Rua do Canário, 308, no Jardim Boa Esperança, em Hortolândia. O início está programado para agosto. Serviço Inscrições para curso "informática para o trabalho" Quando: Inscrições terminam em 25 de julho Onde: Núcleo Vinde a Mim - Rua do Canário, 308 - Jardim Boa Esperança Quanto: Gratuito Veja mais oportunidades no mercado de trabalho da região no G1 Campinas




Disputa vai ofertar 3 milhões de barris de petróleo da Área de Desenvolvimento de Mero e dos Campos de Lula e Sapinhoá. Campo de Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos Divulgação/Petrobras A Pré-Sal Petróleo (PPSA), responsável por representar os interesses da União nos contratos de partilha, vai realizar em 31 de agosto um novo leilão de petróleo da União na bolsa paulista B3, informou a empresa em comunicado à imprensa, após não ter conseguido vender volumes em um certame anterior em maio. Serão ofertados no próximo leilão 3 milhões de barris de petróleo oriundos da Área de Desenvolvimento de Mero e dos Campos de Lula e Sapinhoá, todos na Bacia de Santos. Os três contratos serão leiloados em uma única sessão pública e poderão ser adquiridos por um único comprador ou empresas diferentes. O vencedor poderá obter toda a produção do respectivo campo durante um ano, remunerando a União a cada retirada de carga, de acordo com a proposta de preços ofertada no leilão.
Pré-Sal Petróleo marca novo leilão de petróleo da União para 31 de agosto

Disputa vai ofertar 3 milhões de barris de petróleo da Área de Desenvolvimento de Mero e dos Campos de Lula e Sapinhoá. Campo de Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos Divulgação/Petrobras A Pré-Sal Petróleo (PPSA), responsável por representar os interesses da União nos contratos de partilha, vai realizar em 31 de agosto um novo leilão de petróleo da União na bolsa paulista B3, informou a empresa em comunicado à imprensa, após não ter conseguido vender volumes em um certame anterior em maio. Serão ofertados no próximo leilão 3 milhões de barris de petróleo oriundos da Área de Desenvolvimento de Mero e dos Campos de Lula e Sapinhoá, todos na Bacia de Santos. Os três contratos serão leiloados em uma única sessão pública e poderão ser adquiridos por um único comprador ou empresas diferentes. O vencedor poderá obter toda a produção do respectivo campo durante um ano, remunerando a União a cada retirada de carga, de acordo com a proposta de preços ofertada no leilão.




Papéis da Amazon fecharam no valor de US$ 1.822,49 na segunda-feira; no Brasil, a ação da Vale fechou em R$ 50; Jeff Bezos tornou-se a pessoa mais rica da história moderna após aumento das ações na bolsa dos EUA. Jeff Bezos, dono da Amazon Rex Curry/Reuters Jeff Bezos, dono da Amazon, tornou-se a pessoa mais rica da história moderna. Ele conseguiu alcançar o topo da lista dos bilionários graças à valorização das ações da empresa de comércio eletrônico, que tem o segundo maior valor de mercado dos EUA, atrás apenas da Apple. A cotação máxima chegou a US$ 1.841,95 na segunda-feira (16). Nas negociações após o fechamento do mercado, o preço dos papéis da Amazon caíram para US$ 1.822,49, impactado pela desvalorização da Netflix, que divulgou resultados fracos e acabou arrastando para baixo outras empresas de tecnologia. Nesta terça-feira, as ações da Amazon mantinham o patamar de US$ 1.820. De acordo com a provedora de informações financeiras Economatica, a Amazon fechou na segunda-feira com o maior valor por ação entre as 10 maiores empresas norte-americanas. A título de comparação, a Vale, terceira maior empresa do Brasil em valor de mercado, fechou ontem na B3 com o maior valor por ação, a R$ 50, o equivalente a US$ 12,95. Veja abaixo as 10 maiores empresas nos EUA e Brasil, seus valores de mercado e os valores de fechamento das ações na segunda-feira. As 10 maiores empresas dos EUA 10 maiores empresas brasileiras
Veja quanto custam as ações das maiores empresas nos EUA e no Brasil

Papéis da Amazon fecharam no valor de US$ 1.822,49 na segunda-feira; no Brasil, a ação da Vale fechou em R$ 50; Jeff Bezos tornou-se a pessoa mais rica da história moderna após aumento das ações na bolsa dos EUA. Jeff Bezos, dono da Amazon Rex Curry/Reuters Jeff Bezos, dono da Amazon, tornou-se a pessoa mais rica da história moderna. Ele conseguiu alcançar o topo da lista dos bilionários graças à valorização das ações da empresa de comércio eletrônico, que tem o segundo maior valor de mercado dos EUA, atrás apenas da Apple. A cotação máxima chegou a US$ 1.841,95 na segunda-feira (16). Nas negociações após o fechamento do mercado, o preço dos papéis da Amazon caíram para US$ 1.822,49, impactado pela desvalorização da Netflix, que divulgou resultados fracos e acabou arrastando para baixo outras empresas de tecnologia. Nesta terça-feira, as ações da Amazon mantinham o patamar de US$ 1.820. De acordo com a provedora de informações financeiras Economatica, a Amazon fechou na segunda-feira com o maior valor por ação entre as 10 maiores empresas norte-americanas. A título de comparação, a Vale, terceira maior empresa do Brasil em valor de mercado, fechou ontem na B3 com o maior valor por ação, a R$ 50, o equivalente a US$ 12,95. Veja abaixo as 10 maiores empresas nos EUA e Brasil, seus valores de mercado e os valores de fechamento das ações na segunda-feira. As 10 maiores empresas dos EUA 10 maiores empresas brasileiras




Ranking é considerado o 'Oscar da Aviação'; a Avianca, na 51ª posição geral, foi eleita a melhor da América do Sul. Boeing 787-10 Dreamliner da Singapore Airline no aeroporto de Singapura REUTERS/Edgar Su A Singapore Airlines, de Singapura, foi eleita a melhor companhia aérea do mundo em 2018, segundo o Skytrax World Airline Awards, considerado o "Oscar da Aviação", divulgado nesta terça-feira (17). O ranking levou em conta as avaliações de 20,3 milhões de consumidores de mais de 100 nacionalidades diferentes, entrevistados pela internet entre agosto de 2017 e maio de 2018. Foram avaliadas 335 empresas. São levadas em conta dezenas de critérios que vão desde a qualidade do serviço de bordo até a eficiência do check-in e a hospitalidade dos comissários. Classe executiva da Singapore Airlines REUTERS/Edgar Su Neste ano, a Singapore inverteu posições com a Qatar Airlines, que ocupava a liderança na lista de 2017 e agora ficou em segundo lugar. A companhia de Singapura, que oferece instalações luxuosas, levou ainda o prêmio de "melhor primeira classe do mundo" em 2018. A Avianca, na 51ª posição geral, foi eleita a melhor aérea da América do Sul. A Azul ficou em 53º lugar, enquanto a Latam ficou em 63º. A Gol não aparece na lista. Veja as 10 melhores companhias do mundo: Singapore Airlines (Singapura) Qatar Airways (Catar) ANA All Nippon Airways (Japão) Emirates (Emirados Árabes Unidos) EVA Air (Taiwan) Cathay Pacific Airways (Hong Kong) Lufthansa (Alemanha) Hainan Airlines (China) Garuda Airlines (Indonésia) Thai Airways (Tailândia)
Singapore Airlines é eleita a melhor companhia aérea do mundo; veja as 10 mais

Ranking é considerado o 'Oscar da Aviação'; a Avianca, na 51ª posição geral, foi eleita a melhor da América do Sul. Boeing 787-10 Dreamliner da Singapore Airline no aeroporto de Singapura REUTERS/Edgar Su A Singapore Airlines, de Singapura, foi eleita a melhor companhia aérea do mundo em 2018, segundo o Skytrax World Airline Awards, considerado o "Oscar da Aviação", divulgado nesta terça-feira (17). O ranking levou em conta as avaliações de 20,3 milhões de consumidores de mais de 100 nacionalidades diferentes, entrevistados pela internet entre agosto de 2017 e maio de 2018. Foram avaliadas 335 empresas. São levadas em conta dezenas de critérios que vão desde a qualidade do serviço de bordo até a eficiência do check-in e a hospitalidade dos comissários. Classe executiva da Singapore Airlines REUTERS/Edgar Su Neste ano, a Singapore inverteu posições com a Qatar Airlines, que ocupava a liderança na lista de 2017 e agora ficou em segundo lugar. A companhia de Singapura, que oferece instalações luxuosas, levou ainda o prêmio de "melhor primeira classe do mundo" em 2018. A Avianca, na 51ª posição geral, foi eleita a melhor aérea da América do Sul. A Azul ficou em 53º lugar, enquanto a Latam ficou em 63º. A Gol não aparece na lista. Veja as 10 melhores companhias do mundo: Singapore Airlines (Singapura) Qatar Airways (Catar) ANA All Nippon Airways (Japão) Emirates (Emirados Árabes Unidos) EVA Air (Taiwan) Cathay Pacific Airways (Hong Kong) Lufthansa (Alemanha) Hainan Airlines (China) Garuda Airlines (Indonésia) Thai Airways (Tailândia)




Republic Airlines assinou contrato para compra de 100 jatos comerciais E-175 e opção para mais 100. Embraer E175 Embraer/ Divulgação A Embraer anunciou nesta terça-feira (17), na Farnborought Airshow, um acordo para venda de até 300 aeronaves E-Jets- entre pedidos firmes e cartas de intenção - para oito clientes nos próximos anos. O potencial da negociação é avaliado em US$ 15 bilhões. Segundo a fabricante brasileira, a Republic Airlines assinou contrato para compra de 100 jatos comerciais E-175, com opção para mais 100 do mesmo modelo, podendo ser convertido para a nova geração E175-E2. A Mauritânia Airlines adquiriu dois E-175, avaliados em US$ 93,8 milhões. A aérea Azul assinou carta de intenção para 21 jatos E195-E2. A Aérea Watanya Airways do Kuwait será primeiro cliente E2 no Oriente-Medio, com a assinatura para 10 aeronaves E195-E2 e carta de intenção de mais dez do mesmo modelo. A Hervetic Airways, da Suíça, assinou uma carta de intenção para 12 aeronaves E190-E2, com acordo para possível compra de mais 12, que podem ser convertidos para E195-E2. Um cliente da Espanha, não revelado, comprou três E195-E2, com opção para mais dois. A empresa de leasing NAC comprou três E190-E2. Nesta segunda (16) a United á tinha anunciado a compra de 25 aeronaves E175. O acordo foi celebrado oficialmente nesta terça. Combinação de fotos com as marcas da Boeing e da Embraer. As marcas anunciaram nesta quinta (5) a criação de nova empresa avaliada em US$ 4,75 bilhões Denis Balibouse/Reuters; Roosevelt Cassio/Reuters Boeing O anúncio das vendas foi feito 12 dias após a Embraer e a Boeing anunciarem a criaçao de uma nova empresa (joint venture) avaliada em US$ 4,75 bilhões. Pelo acordo, que ainda depende da aprovação final do governo brasileiro, a fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes. Executivos das duas companhias defendem o acordo. "Eu não posso acreditar que qualquer pessoa seja contra este projeto dados os benefícios que ele trará para o Brasil", afirmou o presidente-executivo da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva nesta segunda (16) na Inglaterra. Parceria entre Embraer e Boeing cria empresa de aviação comercial de US$ 4,75 bilhões Juliane Almeida/G1 Executivos e clientes da Embraer em evento especializado em aviação na Inglaterra Divulgação/Embraer
Embraer anuncia acordo para venda de até 300 aeronaves por US$ 15 bilhões

Republic Airlines assinou contrato para compra de 100 jatos comerciais E-175 e opção para mais 100. Embraer E175 Embraer/ Divulgação A Embraer anunciou nesta terça-feira (17), na Farnborought Airshow, um acordo para venda de até 300 aeronaves E-Jets- entre pedidos firmes e cartas de intenção - para oito clientes nos próximos anos. O potencial da negociação é avaliado em US$ 15 bilhões. Segundo a fabricante brasileira, a Republic Airlines assinou contrato para compra de 100 jatos comerciais E-175, com opção para mais 100 do mesmo modelo, podendo ser convertido para a nova geração E175-E2. A Mauritânia Airlines adquiriu dois E-175, avaliados em US$ 93,8 milhões. A aérea Azul assinou carta de intenção para 21 jatos E195-E2. A Aérea Watanya Airways do Kuwait será primeiro cliente E2 no Oriente-Medio, com a assinatura para 10 aeronaves E195-E2 e carta de intenção de mais dez do mesmo modelo. A Hervetic Airways, da Suíça, assinou uma carta de intenção para 12 aeronaves E190-E2, com acordo para possível compra de mais 12, que podem ser convertidos para E195-E2. Um cliente da Espanha, não revelado, comprou três E195-E2, com opção para mais dois. A empresa de leasing NAC comprou três E190-E2. Nesta segunda (16) a United á tinha anunciado a compra de 25 aeronaves E175. O acordo foi celebrado oficialmente nesta terça. Combinação de fotos com as marcas da Boeing e da Embraer. As marcas anunciaram nesta quinta (5) a criação de nova empresa avaliada em US$ 4,75 bilhões Denis Balibouse/Reuters; Roosevelt Cassio/Reuters Boeing O anúncio das vendas foi feito 12 dias após a Embraer e a Boeing anunciarem a criaçao de uma nova empresa (joint venture) avaliada em US$ 4,75 bilhões. Pelo acordo, que ainda depende da aprovação final do governo brasileiro, a fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes. Executivos das duas companhias defendem o acordo. "Eu não posso acreditar que qualquer pessoa seja contra este projeto dados os benefícios que ele trará para o Brasil", afirmou o presidente-executivo da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva nesta segunda (16) na Inglaterra. Parceria entre Embraer e Boeing cria empresa de aviação comercial de US$ 4,75 bilhões Juliane Almeida/G1 Executivos e clientes da Embraer em evento especializado em aviação na Inglaterra Divulgação/Embraer




Segundo prefeitura, edital vai ser publicado na quarta-feira (18). Concurso oferece 294 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Prefeitura de Patos, na Paraíba Leonardo Silva/Jornal da Paraíba Foi anunciado nesta terça-feira (17) o concurso da Prefeitura de Patos, no Sertão paraibano, que oferece 294 vagas em cargos de níveis fundamental, médio e superior. Conforme anunciado pelo prefeito Dinaldinho Wanderley (PSDB), o edital do concurso está previsto para ser publicado na quarta-feira (18), no site da organizadora e na página da prefeitura de Patos. De acordo com a prefeitura, vão ser abertas 118 vagas em cargos de nível superior, 134 em cargos de nível fundamental e 42 em cargos de nível médio. A taxa de inscrição vai custar R$ 40 para nível fundamental, R$ 50 para nível médio e R$ 80 para nível superior. Vão ser oferecidas vagas para condutor socorrista, dentista, técnico de enfermagem, recepcionista, psicólogo, auxiliar de saúde bucal, educador físico, médico, nutricionista, advogado, assistente social, cuidador social, terapeuta ocupacional, agente comunitário de saúde, agente comunitário de endemias, professor de nível fundamental para disciplinas específicas, intérprete de libras, professor de libras, contador, procurador, fiscal de obras, pedreiro servente de pedreiro, motorista, músico, operador de máquinas, pintor, topógrafo, vigilante, auxiliar de serviços gerais e guarda municipal. Conforme o secretário de administração do município, Manoel Nóia, esta é a primeira vez que vão ser abertas vagas para a Guarda Municipal e para a Procuradoria-Geral do município. O prazo de inscrição, a data das provas e as remunerações dos cargos não foram informados pela prefeitura e vão estar disponíveis no edital.
Anunciado concurso da Prefeitura de Patos, PB, com 294 vagas de emprego

Segundo prefeitura, edital vai ser publicado na quarta-feira (18). Concurso oferece 294 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Prefeitura de Patos, na Paraíba Leonardo Silva/Jornal da Paraíba Foi anunciado nesta terça-feira (17) o concurso da Prefeitura de Patos, no Sertão paraibano, que oferece 294 vagas em cargos de níveis fundamental, médio e superior. Conforme anunciado pelo prefeito Dinaldinho Wanderley (PSDB), o edital do concurso está previsto para ser publicado na quarta-feira (18), no site da organizadora e na página da prefeitura de Patos. De acordo com a prefeitura, vão ser abertas 118 vagas em cargos de nível superior, 134 em cargos de nível fundamental e 42 em cargos de nível médio. A taxa de inscrição vai custar R$ 40 para nível fundamental, R$ 50 para nível médio e R$ 80 para nível superior. Vão ser oferecidas vagas para condutor socorrista, dentista, técnico de enfermagem, recepcionista, psicólogo, auxiliar de saúde bucal, educador físico, médico, nutricionista, advogado, assistente social, cuidador social, terapeuta ocupacional, agente comunitário de saúde, agente comunitário de endemias, professor de nível fundamental para disciplinas específicas, intérprete de libras, professor de libras, contador, procurador, fiscal de obras, pedreiro servente de pedreiro, motorista, músico, operador de máquinas, pintor, topógrafo, vigilante, auxiliar de serviços gerais e guarda municipal. Conforme o secretário de administração do município, Manoel Nóia, esta é a primeira vez que vão ser abertas vagas para a Guarda Municipal e para a Procuradoria-Geral do município. O prazo de inscrição, a data das provas e as remunerações dos cargos não foram informados pela prefeitura e vão estar disponíveis no edital.




Com o resultado, o acumulado do ano, que apresentava deflação de 0,29% até maio, agora apresenta inflação de 3,25%, segundo a Apas. Descarte de leite durante a greve causou prejuízo e elevação de preços Reprodução/EPTV O Índice de Preços dos Supermercados, calculado pela Associação Paulista dos Supermercados (APAS) e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), subiu 3,55% em junho na comparação com maio (0,25%). Esse aumento é devido à greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias no final de maio. Trata-se do maior aumento da história da pesquisa, que é feita desde 1994, para um mês - o recorde anterior havia sido em junho de 2008, quando o aumento foi de 2,97%. Com o resultado, o acumulado do ano, que apresentava deflação de 0,29% até maio, agora apresenta inflação de 3,25%, segundo a Apas. Leite e aves são 'vilões' De acordo com a Apas, leite e aves foram os grandes "vilões" do mês de junho. O primeiro manteve a rota de intensa alta, subindo 19,18% no mês e alcançando 36,23% no acumulado de 2018. Já as aves subiram 21,1% e devolveram toda a queda de preço de 2018, uma vez que estava em 14% de deflação. Com isso chega a uma alta de 4,21% no ano. Protesto de caminhoneiros põe em risco produção de ovos em Bastos TV TEM/Reprodução Segundo a Apas, como o efeito de subida de preços foi praticamente observado em todas as categorias, desde frutas, legumes, verduras e até ovos, fica evidente que a correlação de elevação de preços e a greve dos caminhoneiros. A pesquisa analisa 5 grupos. O de alimentação foi o que teve a maior alta, passando de 0,34% em maio para 4,75% em junho. Já o de bebidas registrou a maior queda: de -0,09% para -0,19% - a cerveja ajudou a manter o índice para baixo. Dentro desses grupos vêm as categorias. Segundo a Apas, das 27 categorias analisadas, 25 tiveram aumento. Em maio, apenas oito haviam tido aumento. Veja as 10 categorias que tiveram a maior variação em junho: Aves: 21,1% Leite: 19,18% Ovos: 9,08% Carnes suínas: 7,89% Carnes bovinas: 7,24% Derivados da carne: 4,52% Legumes: 3,96% Adoçantes: 3,93% Frutas: 3,71% Cereais: 3,57% Maiores altas no ano Apesar de os tubérculos terem registrado queda de maio para junho (de 24,34% para 3,56%), no acumulado do ano, a alta foi de 43,98%. Já o leite acumula alta de 36,23%. Veja as 10 categorias com maior alta acumulada no ano: Tubérculos: 43,98% Leite: 36,23% Ovos: 9,77% Verduras: 9,28% Legumes: 17,18% Frutas: 6,59% Aves: 4,21% Pescados: 3,08% Derivados do leite: 2,37% Massas, farinhas e féculas: 2,27% Hortifrutigranjeiros Os hortifrutigranjeiros tiveram variação de 3,82% em junho. Em maio, havia sido de 3,9%. A abobrinha liderou, com mais de 34% de alta, seguida do melão, com alta de 18,72%. Veja os 10 alimentos com as maiores altas em junho: Abobrinha: 34,03% Frango: 21,94% Leite Longa Vida: 19,28% Melão: 18,72% Vagem: 16,76% Chuchu: 16,12% Batata: 13,19% Lombo com osso: 12,34% Acém: 10,66% Quiabo: 10,11% No acumulado do ano, a cebola foi a vilã do aumento devido as quebras fortes de safra e dólar alto, segundo a Apas. Porém, o cenário pode começar a mudar no segundo semestre já que em junho foi observada queda de 7% nos preços da cebola, de acordo com a entidade. Veja os 10 alimentos com as maiores altas no acumulado do ano: Cebola: 116,80% Beterraba: 106,46% Pepino: 46,49% Abobrinha: 44,02% Batata: 40,72% Leite Longa Vida: 36,44% Melão: 30,88% Tomate: 28,34% Mamão: 24,32% Vagem: 19,90%
Greve dos caminhoneiros leva à maior inflação mensal entre os produtos nos supermercados de SP; veja as maiores altas

Com o resultado, o acumulado do ano, que apresentava deflação de 0,29% até maio, agora apresenta inflação de 3,25%, segundo a Apas. Descarte de leite durante a greve causou prejuízo e elevação de preços Reprodução/EPTV O Índice de Preços dos Supermercados, calculado pela Associação Paulista dos Supermercados (APAS) e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), subiu 3,55% em junho na comparação com maio (0,25%). Esse aumento é devido à greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias no final de maio. Trata-se do maior aumento da história da pesquisa, que é feita desde 1994, para um mês - o recorde anterior havia sido em junho de 2008, quando o aumento foi de 2,97%. Com o resultado, o acumulado do ano, que apresentava deflação de 0,29% até maio, agora apresenta inflação de 3,25%, segundo a Apas. Leite e aves são 'vilões' De acordo com a Apas, leite e aves foram os grandes "vilões" do mês de junho. O primeiro manteve a rota de intensa alta, subindo 19,18% no mês e alcançando 36,23% no acumulado de 2018. Já as aves subiram 21,1% e devolveram toda a queda de preço de 2018, uma vez que estava em 14% de deflação. Com isso chega a uma alta de 4,21% no ano. Protesto de caminhoneiros põe em risco produção de ovos em Bastos TV TEM/Reprodução Segundo a Apas, como o efeito de subida de preços foi praticamente observado em todas as categorias, desde frutas, legumes, verduras e até ovos, fica evidente que a correlação de elevação de preços e a greve dos caminhoneiros. A pesquisa analisa 5 grupos. O de alimentação foi o que teve a maior alta, passando de 0,34% em maio para 4,75% em junho. Já o de bebidas registrou a maior queda: de -0,09% para -0,19% - a cerveja ajudou a manter o índice para baixo. Dentro desses grupos vêm as categorias. Segundo a Apas, das 27 categorias analisadas, 25 tiveram aumento. Em maio, apenas oito haviam tido aumento. Veja as 10 categorias que tiveram a maior variação em junho: Aves: 21,1% Leite: 19,18% Ovos: 9,08% Carnes suínas: 7,89% Carnes bovinas: 7,24% Derivados da carne: 4,52% Legumes: 3,96% Adoçantes: 3,93% Frutas: 3,71% Cereais: 3,57% Maiores altas no ano Apesar de os tubérculos terem registrado queda de maio para junho (de 24,34% para 3,56%), no acumulado do ano, a alta foi de 43,98%. Já o leite acumula alta de 36,23%. Veja as 10 categorias com maior alta acumulada no ano: Tubérculos: 43,98% Leite: 36,23% Ovos: 9,77% Verduras: 9,28% Legumes: 17,18% Frutas: 6,59% Aves: 4,21% Pescados: 3,08% Derivados do leite: 2,37% Massas, farinhas e féculas: 2,27% Hortifrutigranjeiros Os hortifrutigranjeiros tiveram variação de 3,82% em junho. Em maio, havia sido de 3,9%. A abobrinha liderou, com mais de 34% de alta, seguida do melão, com alta de 18,72%. Veja os 10 alimentos com as maiores altas em junho: Abobrinha: 34,03% Frango: 21,94% Leite Longa Vida: 19,28% Melão: 18,72% Vagem: 16,76% Chuchu: 16,12% Batata: 13,19% Lombo com osso: 12,34% Acém: 10,66% Quiabo: 10,11% No acumulado do ano, a cebola foi a vilã do aumento devido as quebras fortes de safra e dólar alto, segundo a Apas. Porém, o cenário pode começar a mudar no segundo semestre já que em junho foi observada queda de 7% nos preços da cebola, de acordo com a entidade. Veja os 10 alimentos com as maiores altas no acumulado do ano: Cebola: 116,80% Beterraba: 106,46% Pepino: 46,49% Abobrinha: 44,02% Batata: 40,72% Leite Longa Vida: 36,44% Melão: 30,88% Tomate: 28,34% Mamão: 24,32% Vagem: 19,90%




Inscrições abrem em 24 de julho; vagas são destinadas para analistas jurídicos O Ministério Público do Estado de São Paulo publicou nesta terça-feira (17) edital para concurso para o preenchimento de 60 vagas de analista jurídico. O salário é de R$ 7.697,23. As vagas estão espalhadas por diversas cidades do estado, entre elas São Paulo, Bauru, Campinas, Presidente Prudente e Sorocaba. selo concursos opcao 01 Editoria de arte/G1 As inscrições abrem em 24 de julho e vão até 22 de agosto e devem ser feitas pelo site da Vunesp. Para participar do processo seletivo, é preciso ser bacharel em direito. A primeira fase do concurso está prevista para 30 de setembro e terá uma prova objetiva. A segunda fase deve ser realizada em 25 de novembro e será composta por uma prova escrita e discursiva. Veja abaixo detalhes do concurso: Ministério Público do Estado de São Paulo Encerramento: 22/08/18 Vagas: 60 Salário: R$ 7.697,23 Escolaridade: superior Local: Estado de São Paulo Veja o edital
Ministério Público de SP abre 60 vagas com salário de R$ 7,6 mil

Inscrições abrem em 24 de julho; vagas são destinadas para analistas jurídicos O Ministério Público do Estado de São Paulo publicou nesta terça-feira (17) edital para concurso para o preenchimento de 60 vagas de analista jurídico. O salário é de R$ 7.697,23. As vagas estão espalhadas por diversas cidades do estado, entre elas São Paulo, Bauru, Campinas, Presidente Prudente e Sorocaba. selo concursos opcao 01 Editoria de arte/G1 As inscrições abrem em 24 de julho e vão até 22 de agosto e devem ser feitas pelo site da Vunesp. Para participar do processo seletivo, é preciso ser bacharel em direito. A primeira fase do concurso está prevista para 30 de setembro e terá uma prova objetiva. A segunda fase deve ser realizada em 25 de novembro e será composta por uma prova escrita e discursiva. Veja abaixo detalhes do concurso: Ministério Público do Estado de São Paulo Encerramento: 22/08/18 Vagas: 60 Salário: R$ 7.697,23 Escolaridade: superior Local: Estado de São Paulo Veja o edital




Aumento de 45,5% foi aprovado nesta terça pela Aneel e beneficia 69 usinas que operam sob o chamado regime de cotas. Entre julho de 2018 a junho de 2019 elas vão receber R$ 7,944 bilhões. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (17) um reajuste de 45,52% na receita anual de 69 hidrelétricas que atuam no chamado regime de cotas. De acordo com a agência, a medida vai gerar aumento nas contas de luz, que pode variar entre 0,02% e 3,86%. O que vai definir o percentual de aumento vai ser a quantidade de energia que cada distribuidora compra dessas hidrelétricas. Portanto, a alta na conta de luz vai ser diferente para os clientes de cada distribuidora. A aplicação desse aumento também não será imediato para todos, vai depender da data em que a Aneel vota o reajuste de cada distribuidora. Reajuste em remuneração que operadores de parte das hidrelétricas recebem pode elevar contas de luz em até 3,86% Reprodução/TV Gazeta Regime de cotas O regime de cotas foi criado em 2012 pela medida provisória 579, editada durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Por meio dessa MP, o governo fez a renovação antecipada da concessão de uma parte das hidrelétricas do país. Para ter direito a essa renovação, porém, as empresas aceitaram receber um valor mais baixo pela operação e manutenção dessas usinas. Com isso, a energia gerada por elas ficou mais barata e foi redistribuída entre as distribuidoras do país. Essa foi uma das medidas adotadas pelo governo Dilma Rousseff e que levaram a uma redução média de 20% nas tarifas naquela época. A redução, porém, acabou sendo revertida nos últimos anos devido a problemas causados pela falta de chuvas e uso mais intenso das termelétricas, além da volta de uma cobrança que é feita dos consumidores nas contas de luz e que havia sido cortada pelo governo no mesmo período. Remuneração O valor total da remuneração que será recebida pelas 69 usinas no período de julho de 2018 a junho de 2019 será de R$ 7,944 bilhões. No ciclo anterior, as usinas haviam recebido R$ 5,459 bilhões. Grande parte desse reajuste se deve à necessidade de ressarcir 33 das 69 hidrelétricas. Ao invés de terem a concessão renovada, essas 33 usinas foram relicitadas entre 2015 e 2017, mas a energia gerada por elas também entrou no chamado regime de cotas. As empresas que venceram o leilão de relicitação dessas 33 hidrelétricas tiveram que pagar ao governo um bônus, ou seja, um valor pelo direito de explorar essas usinas. A regra do leilão, porém, previa que esse valor seria devolvido às empresas por meio de uma cobrança adicional nas contas de luz. Dos R$ 7,944 bilhões, R$ 2,780 bilhões serão cobrados dos consumidores para ressarcir essas empresas.
Contas de luz podem subir até 3,86% após reajuste em receita de hidrelétricas

Aumento de 45,5% foi aprovado nesta terça pela Aneel e beneficia 69 usinas que operam sob o chamado regime de cotas. Entre julho de 2018 a junho de 2019 elas vão receber R$ 7,944 bilhões. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (17) um reajuste de 45,52% na receita anual de 69 hidrelétricas que atuam no chamado regime de cotas. De acordo com a agência, a medida vai gerar aumento nas contas de luz, que pode variar entre 0,02% e 3,86%. O que vai definir o percentual de aumento vai ser a quantidade de energia que cada distribuidora compra dessas hidrelétricas. Portanto, a alta na conta de luz vai ser diferente para os clientes de cada distribuidora. A aplicação desse aumento também não será imediato para todos, vai depender da data em que a Aneel vota o reajuste de cada distribuidora. Reajuste em remuneração que operadores de parte das hidrelétricas recebem pode elevar contas de luz em até 3,86% Reprodução/TV Gazeta Regime de cotas O regime de cotas foi criado em 2012 pela medida provisória 579, editada durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Por meio dessa MP, o governo fez a renovação antecipada da concessão de uma parte das hidrelétricas do país. Para ter direito a essa renovação, porém, as empresas aceitaram receber um valor mais baixo pela operação e manutenção dessas usinas. Com isso, a energia gerada por elas ficou mais barata e foi redistribuída entre as distribuidoras do país. Essa foi uma das medidas adotadas pelo governo Dilma Rousseff e que levaram a uma redução média de 20% nas tarifas naquela época. A redução, porém, acabou sendo revertida nos últimos anos devido a problemas causados pela falta de chuvas e uso mais intenso das termelétricas, além da volta de uma cobrança que é feita dos consumidores nas contas de luz e que havia sido cortada pelo governo no mesmo período. Remuneração O valor total da remuneração que será recebida pelas 69 usinas no período de julho de 2018 a junho de 2019 será de R$ 7,944 bilhões. No ciclo anterior, as usinas haviam recebido R$ 5,459 bilhões. Grande parte desse reajuste se deve à necessidade de ressarcir 33 das 69 hidrelétricas. Ao invés de terem a concessão renovada, essas 33 usinas foram relicitadas entre 2015 e 2017, mas a energia gerada por elas também entrou no chamado regime de cotas. As empresas que venceram o leilão de relicitação dessas 33 hidrelétricas tiveram que pagar ao governo um bônus, ou seja, um valor pelo direito de explorar essas usinas. A regra do leilão, porém, previa que esse valor seria devolvido às empresas por meio de uma cobrança adicional nas contas de luz. Dos R$ 7,944 bilhões, R$ 2,780 bilhões serão cobrados dos consumidores para ressarcir essas empresas.



Produto será voltado a pequenas empresas e microempreendedores e fará frente à concorrência crescente no segmento. O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, anunciou nesta terça-feira (17) que vai inserir a marca Credicard no mercado de maquininhas de pagamentos com cartões (adquirência). O serviço será voltado a profissionais autônomos e pequenas empresas e fará frente à concorrência crescente no segmento, como PagSeguro e Cielo. Google lança no Brasil o sistema de pagamento para celulares Android Pay A proposta será oferecer preços mais competitivos, sem cobrança de mensalidade e taxas de 1,99% sobre o valor de cada venda no débito. Segundo o banco, o novo produto começará a ser vendido na sexta-feira (20). O banco já atuava no segmento com a marca Rede e fechou uma parceria com a First Data, responsável pelas operações. A expectativa é de que a marca Pop Credicard alcance até 150 mil clientes ainda este ano, segundo o direto executivo do Itaú, Marcos Magalhães. Após o anúncio, as ações da Cielo cediam quase 2% e Itaú avançava mais de 1% no Ibovespa. Veja mais cotações
Itaú lança serviço de pagamentos da Credicard




Jerome Powell, presidente do banco central dos EUA disse que mercado de trabalho continua forte e a inflação dentro da meta no país.  Ainda há "vários anos" de emprego forte e inflação baixa à frente, diz Powell do Fed REUTERS/Yuri Gripas O presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, insistiu nesta terça-feira (17) que "o melhor caminho" para a política monetária é "seguir com o gradual" aumento da taxa de juros, atualmente entre 1,75% e 2%. "Com um forte mercado de trabalho, a inflação perto de nosso objetivo e os riscos para as perspectivas em geral equilibrados, o Comitê Federal de Mercado Aberto do Fed acredita que – por enquanto – o melhor caminho é seguir com o gradual aumento da taxas de juros", disse Powell em um comparecimento perante o Comitê Bancário do Senado. Powell, disse que, descontando o risco de uma guerra comercial tirar a recuperação global do caminho, a economia está numa posição em que o mercado de trabalho continua forte e a inflação nos EUA fica ao redor da meta de 2% do Fed. O presidente do Fed sinalizou não apenas que acredita que a economia está indo bem, mas que uma era de crescimento estável pode continuar desde que o Fed acerte em suas decisões de política. O Fed já subiu a taxa de juros duas vezes neste ano e a expectativa é de mais duas altas. Em comentários recentes, Powell e outras autoridades do Fed se recusaram a declarar "vitória" em seus esforços para atingir a meta de inflação de 2%, embora a maioria tenha reconhecido que, com o desemprego em 4%, sua meta de emprego foi atingida. A medida preferencial de inflação do Fed atingiu 2,3% em maio, e chegou a 2% depois de excluídos preços mais voláteis de alimentos e energia.
Melhor caminho é seguir com 'gradual' alta da taxa de juros, diz presidente do Fed

Jerome Powell, presidente do banco central dos EUA disse que mercado de trabalho continua forte e a inflação dentro da meta no país.  Ainda há "vários anos" de emprego forte e inflação baixa à frente, diz Powell do Fed REUTERS/Yuri Gripas O presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, insistiu nesta terça-feira (17) que "o melhor caminho" para a política monetária é "seguir com o gradual" aumento da taxa de juros, atualmente entre 1,75% e 2%. "Com um forte mercado de trabalho, a inflação perto de nosso objetivo e os riscos para as perspectivas em geral equilibrados, o Comitê Federal de Mercado Aberto do Fed acredita que – por enquanto – o melhor caminho é seguir com o gradual aumento da taxas de juros", disse Powell em um comparecimento perante o Comitê Bancário do Senado. Powell, disse que, descontando o risco de uma guerra comercial tirar a recuperação global do caminho, a economia está numa posição em que o mercado de trabalho continua forte e a inflação nos EUA fica ao redor da meta de 2% do Fed. O presidente do Fed sinalizou não apenas que acredita que a economia está indo bem, mas que uma era de crescimento estável pode continuar desde que o Fed acerte em suas decisões de política. O Fed já subiu a taxa de juros duas vezes neste ano e a expectativa é de mais duas altas. Em comentários recentes, Powell e outras autoridades do Fed se recusaram a declarar "vitória" em seus esforços para atingir a meta de inflação de 2%, embora a maioria tenha reconhecido que, com o desemprego em 4%, sua meta de emprego foi atingida. A medida preferencial de inflação do Fed atingiu 2,3% em maio, e chegou a 2% depois de excluídos preços mais voláteis de alimentos e energia.